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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 10.10.10 às 13:56link do post | | adicionar aos favoritos

 

António de Oliveira Salazar, ditador da chamada IIª República e figura cinzenta e incontornável da história política portuguesa do século XX, velha raposa omnipresente da história que viria, no dealbar do século XXI, a granjear a simpatia de milhares de portugueses, ao ponto de ter sido, imagine-se, o personagem da História de Portugal que mais votos recebeu num concurso de que todos ainda temos memória, coveiro das elites intelectuais dissidentes de um regime que perdurou no nosso país durante 48 anos, fiel depositário do “lápis azul” que transformava a imprensa da época num campo minado de censura e perseguição política, timoneiro de um barco chamado Portugal onde a pobreza, a iliteracia e a repressão conviviam lado a lado com um séquito reduzido de fiéis seguidores do presidente do conselho – uma “intelectualite” subversiva dos direitos mais elementares e subserviente aos interesses instalados –, começa agora a ser recordado por um acervo de saudosistas antiquados e decadentes como o D. Sebastião que poderia vir salvar o país de cair no precipício em que se encontra. Como se a história se pudesse repetir, ou os enganos fossem a nossa única salvação. Um pormenor? Sem dúvida, mas muito importante.       


Carlos Gomes a 16 de Outubro de 2010 às 15:07
Perante a actual crise económica que o país atravessa e a destruição sucessiva de estruturas produtivas que nos impedem de competir com os outros países, fazendo a balança de pagamentos ser-nos desfavorável, acrescentando a isto o despesismo que cresce a um ritmo galopante por parte da Administração Pública, torna-se necessário controlar a aplicação rigorosa do orçamento por parte de cada ministério, acabando de vez com os sucessivos orçamentos rectificativos, implementar medidas que protejam sectores económicos e produtivos estratégicos para a nossa economia, adoptar medidas que garantam as condições básicas de sobrevivência à população mais desfavorecida, nomeadamente às crianças e aos idosos.
Esta realidade leva-nos, inevitavelmente, à escolha de opções que certamente não são as que mais desejaríamos mas correspondem a necessidades históricas. Tal como o organismo humano quando está enfermo tem de se sujeitar a medidas terapêuticas e a regimes que vivem a sua reabilitação, o mesmo sucede com os organismos sociais, a sociedade propriamente dita. Salazar é a consequência inevitável da desorganização e dos desmandos da I República da mesma forma que esta apenas resultou graças à decadência da Monarquia Constitucional, precisamente a que se gerou com a revolução de 1820!

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