Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 09.05.11 às 20:47link do post | | adicionar aos favoritos

Certamente que Robert Schuman não poderia supor que a sua ideia de uma Europa unida, solidária e próspera estaria sessenta e um anos depois a atravessar uma crise de lideranças, mas também de valores e de propósitos. Pior do que isso, é ainda não sabermos o que verdadeiramente queremos para esta “velha” Europa, nem sabermos para onde estamos a caminhar…   

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 03.01.11 às 00:11link do post | | adicionar aos favoritos

ALGUNS DOS HOMENS E MULHERES MAIS CRUÉIS DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE, SEGUNDO O LIVRO “THE MOST EVIL MEN AND WOMAN IN HISTORY”.

 

Átila ou Átila o Huno (nasceu em 406 D.C. e faleceu a 453 D.C.), também conhecido como Praga de Deus, foi o último e mais poderoso rei dos hunos.

Governou o maior império europeu do seu tempo, desde 434 até à sua morte.

As suas possessões estendiam-se da Europa Central até ao Mar Negro, e desde o Danúbio até ao Báltico. Durante o seu reinado, foi um dos maiores inimigos do Império Romano, quer do Oriental quer do Ocidental. Para isso, invadiu duas vezes os Balcãs, estando a ponto de tomar a cidade de Roma, e chegando mesmo a sitiar Constantinopla.

Átila marchou através da França até chegar a Orleães, antes que lhe obrigassem a retroceder na batalha dos Campos Cataláunicos (Châlons-sur-Marne), e, em 452, conseguiu fazer o imperador Valentiniano III fugir da sua capital, Ravenna.

Ainda que o seu império tenha morrido com ele e não tenha deixado nenhuma herança notável, Átila tornou-se uma figura lendária da história da Europa. Em grande parte da Europa Ocidental, ele é lembrado como o paradigma da crueldade e da rapina.

Alguns historiadores, por seu lado, retratam-no como um rei grande e nobre, havendo até três sagas escandinavas que o incluem entre os seus personagens principais.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 20.11.10 às 00:36link do post | | adicionar aos favoritos

O Secretário-Geral da NATO, Anders Rasmussen, exibe o novo Conceito Estratégico da Aliança Atlântica, assinado em Lisboa no dia 19 de Novembro de 2010.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 30.10.10 às 17:18link do post | | adicionar aos favoritos

 

Um dos temas quentes da agenda do Conselho Europeu reunido em Bruxelas quinta e sexta-feira passadas foi a proposta do eixo franco-alemão de alteração do Tratado de Lisboa no sentido de aplicar sanções políticas aos Estados-membros que não cumprissem as regras orçamentais estabelecidas, concretamente a suspensão do direito de voto nas reuniões ministeriais e nos conselhos europeus.

Com efeito, segundo noticiou o “Jornal Sol” desta sexta-feira, “Paris e Berlim decidiram bilateralmente assumir as rédeas da futura regulação às economias da zona euro, apesar de, à luz das regras do Tratado de Lisboa, ter sido criada com esse objectivo uma equipa de trabalho composta pelos ministros das finanças da zona euro e liderada pelo presidente permanente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy”.

Este directório franco-alemão, para além de ser repugnante e de evidenciar a velha pretensão dos estados mais fortes em controlar e impor as regras aos estados mais fracos e pequenos, faz avivar o problema que a Europa enfrenta ao nível das lideranças e do futuro que pretende para si própria.

A evidência dos factos mostra-nos que os actuais líderes europeus estão apenas preocupados com o seu umbigo, e não encaram o espaço que a União Europeia representa como um todo coerente, onde a solidariedade entre estados deve sobrepor-se às vontades individuais de cada um deles.

 

E isto verificou-se, por exemplo, aquando da ajuda financeira à Grécia que, por imposição da Alemanha, tardou a efectivar-se. Um adiamento compreensível à luz dos interesses de Berlim, mas injustificado se levarmos em linha de conta o que representa o projecto europeu – um espaço de liberdade, uma união económica, monetária e política fortes, um território onde deve predominar a solidariedade entre os povos e a coesão social, um espaço de cultura e de integração plena, uma Europa que respeita as diferenças dos estados que a compõem e os direitos fundamentais dos cidadãos.

Ora, é esta ideia federalista da Europa, precisamente aquela que os seus “Pais Fundadores” almejaram, que está em causa com estas lideranças medianas e medíocres.

Lideranças que fazem com que o projecto europeu seja um percurso que avança e recua, que não mobiliza as pessoas e que parece nunca vir a atingir os objectivos para que foi criado.

A exigência alemã de suspender o direito de voto dos Estados-membros que se desviem das metas orçamentais definidas por Bruxelas é mais um reflexo dos interesses egocêntricos destas potências e das suas lideranças, que minam o projecto europeu e que constituem um exemplo da fraca vontade de os seus líderes prosseguirem esta difícil mas necessária tarefa de construção de uma Europa unida e forte que, mais do que benéfica para o espaço europeu, traria equilíbrio e claros benefícios para todo o mundo.

Os “Estados Unidos da Europa” são, por isso e cada vez mais, uma condição de sobrevivência e de progresso, e menos um capricho ou uma utopia de meia dúzia de visionários que se deleitaram a pensar o que seria melhor para todos nós, europeus.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 12.10.10 às 23:22link do post | | adicionar aos favoritos

 

 

 

 

 


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 12.10.10 às 23:11link do post | | adicionar aos favoritos

 

O embate de hoje na Islândia ditou a vitória da Selecção Nacional por 3 bolas a uma.

Cristiano Ronaldo, Raul Meireles e Hélder Postiga foram os marcadores de serviço, num encontro em que Portugal partiu como favorito.

A Islândia rendeu-se à superioridade da Selecção das Quinas, embora ainda tenha dado o ar da sua graça, conseguindo empatar o jogo.

No final do encontro, o Seleccionador Nacional Paulo Bento elogiou o trabalho dos jogadores e a sua persistência na busca dos objectivos definidos para esta partida, para os quais dirigiu todo o mérito das vitórias alcançadas nos dois últimos jogos.

Claro que ainda há muito trabalho pela frente, mas uma coisa é certa: Paulo Bento conseguiu imprimir um novo ritmo de jogo à Selecção Nacional, conseguiu gerir melhor os recursos e incutir uma nova atitude e uma nova ambição aos jogadores, trouxe novamente Portugal às vitórias e contribuiu para ultrapassar o clima de mal-estar que se vinha vivendo nos últimos tempos na Selecção a propósito do “caso” Queirós.

Portugal ocupa agora o 2º lugar do Grupo H na qualificação para o Euro 2012, e está, por isso, de parabéns.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 11.10.10 às 18:16link do post | | adicionar aos favoritos

 

O Large Hadron Collider (LHC) é o maior acelerador de partículas do mundo, localizado na Suíça, teve um custo de cerca de 4000 milhões de euros, estende-se por um perímetro de 27 quilómetros e, no seu interior, estão alojados um total de 9300 magnetos supercondutores.

Para além de ser o maior acelerador de partículas do mundo, o LHC é também um dos maiores sistemas criogénicos, no qual a temperatura dos magnetos supercondutores atinge os 271 graus negativos, para os quais utiliza cerca de 10.080 toneladas de nitrogénio líquido e 60 toneladas de hélio líquido.

O LHC produz igualmente calor, fenómeno que ocorre quando se dá a colisão de dois protões, gerando-se uma quantidade de calor de aproximadamente 100.000 vezes a temperatura do núcleo do sol.

Este acelerador de partículas colossal tem capacidade para detectar e gravar cerca de 600.000.000 de colisões de protões por segundo e medir a deslocação de partículas e o tempo dessa deslocação.

 

A capacidade gigantesca de armazenamento de toda a informação é garantida por um sistema informático de dimensões invulgares, que lhe permite recolher e armazenar toda essa quantidade de informação, gerada por cada uma das experiências efectuadas pelo LHC num espaço de um ano, em cerca de 100.000 DVD’s de dupla camada.

Mas, para que serve o LHC? Entre outras coisas, para tentar explicar a origem da massa das partículas elementares, tarefa que é levada a cabo por cerca de 2.000 físicos de trinta e cinco nacionalidades diferentes, distribuídos por dois laboratórios: o JINR (Joint Institute for Nuclear Research) e o CERN (Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire).

Este projecto já levou vários cientistas a questionar-se sobre a segurança do mesmo, acreditando que este acelerador de partículas pode originar uma catástrofe de dimensões cósmicas, como um buraco negro, que levaria à destruição da Terra.

 

Outros ainda, defendem que estas experiências podem conduzir à formação de “strange quarks”, ou seja, podem originar uma reacção em cadeia e a criação de “matéria estranha”, a qual, por sua vez, pode possuir a característica de converter matéria ordinária em matéria estranha, acabando por gerar uma nova reacção em cadeia que transformaria irreversivelmente todo o planeta.    

A despeito destas considerações, os físicos Stephen Hawking e Lisa Randall, de reconhecido mérito internacional, consideram aquelas teorias francamente absurdas já que todas as experiências realizadas no LHC foram cuidadosamente estudadas e revistas, pelo que não acarretam riscos para o planeta.

 

Além disso, se um buraco negro fosse produzido dentro do LHC, o seu tamanho seria alguns milhões de vezes menor do que um grão de areia, e não viveria mais do que 1x10^-27 segundos uma vez que, por se tratar de um buraco negro, emitiria radiação e evaporar-se-ia.

Mesmo que o buraco negro se mantivesse estável, ainda assim ele continuava a ser inofensivo, desde logo porque, tendo sido criado à velocidade da luz (ou seja, 300.000 Km por segundo), ele atravessaria as paredes do LHC em menos de um segundo e afastar-se-ia em direcção ao espaço.

O buraco negro só permaneceria na Terra se a sua velocidade fosse reduzida para 15 km por segundo.

Neste caso, ele iria para o centro do planeta devido à sua gravidade, mas também aqui continuava a ser inofensivo.

Os cientistas argumentam ainda que o buraco negro, para representar perigo, seria necessário que adquirisse massa. No entanto, com o tamanho de um protão, o buraco passaria pela Terra sem tocar em nada, podendo encontrar um protão para somar à sua massa a cada 30 minutos a 200 horas. Ora, para atingir um miligrama, era necessário mais tempo do que a idade actual do universo.

 

Poderá consultar o site do CERN para obter informações adicionais sobre este projecto científico.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 04.09.10 às 00:04link do post | | adicionar aos favoritos

Eis a razão por que os ciganos búlgaros e romenos foram, desumana e selvaticamente, expulsos do território francês, graças à pérfida política de segurança e emigração de Nicolas Sarkozy: furtavam automóveis.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 02.09.10 às 18:11link do post | | adicionar aos favoritos

 

O presidente francês Nicolas Sarkozy prometeu aos franceses, à Europa e ao mundo que até ao final do mês passado repatriaria mais 1000 ciganos búlgaros e romenos para os seus territórios de origem.

Ao que tudo indica, parece que a promessa foi cumprida à risca.

Na origem de mais este repatriamento está o facto de que estes cidadãos estariam em situação ilegal em terras gaulesas, o que parece corresponder à verdade. Esta debandada geral provocou, à cabeça, um mal-estar no seio do próprio governo francês.

Face à polémica em torno da expulsão de ciganos do território, o Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner, ponderou mesmo apresentar a sua demissão, só não o fazendo por considerar que sair é desertar.

Todavia, é conhecido o passado de Kouchner e a sua participação activa em organizações de defesa dos direitos humanos, pelo que as críticas que lhe foram dirigidas subiram de tom e fizeram exaltar os ânimos.

Esta política discriminatória, particularmente em relação aos ciganos, motivou não só a reacção de governos, organizações de defesa dos direitos humanos e da sociedade civil, como também gerou reacções condenatórias ao mais alto nível, tendo, por exemplo, as Nações Unidas e o próprio Papa Bento XVI condenado veementemente esta política de Nicolas Sarkozy em matéria de segurança e emigração.

Não obstante, o Ministro dos Negócios Estrangeiros francês veio dizer que a França não tem nada de que se envergonhar.

Parece-nos que é precisamente o contrário: a França tem tudo para se envergonhar, já que, sendo historicamente um dos países da Europa com maiores tradições em matéria de imigração e um país tido como respeitador dos direitos humanos, essa atitude racista e xenófoba não deixa, como alguém já afirmou, de “constituir um descrédito irreparável para o prestígio da França no mundo”.

E é importante termos bem vivo na memória o que se passou durante o regime nazi e todos os acontecimentos trágicos de má memória que lhe estão historicamente associados, desde logo o extermínio de milhões de pessoas, sobretudo judeus, mas entre as quais também se contavam precisamente os ciganos.

Tudo isto pode-se traduzir num imenso rastilho de pólvora para a Europa, já de si fragilizada pela periclitante situação económica e financeira que tem experimentado nos últimos anos, o que gera descontentamento e inquietação social.

A acrescer a tudo isto, existe já o contágio destas políticas xenófobas e destes fenómenos retrógrados a países como a Itália, os países de Leste ou até a própria Alemanha. E não se sabe quem mais se seguirá por arrastamento…

Assim sendo, esta política intolerável de Nicolas Sarkozy poderá aproveitar às direitas radicais e extremistas da Europa, mas será de longe um retrocesso para a imagem e credibilidade do Velho Continente no mundo.

Oxalá os políticos franceses não se venham a arrepender de mais esta argolada, e do mal irreparável que possam vir a impor a uma Europa que se quer tolerante, humanista e defensora dos direitos humanos.

Afinal, quem dizia que Nicolas Sarkozy, no quadro da União Europeia e em matéria de direitos humanos, estava a seguir por caminhos ínvios, não se enganou absolutamente nada.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 16.08.10 às 17:44link do post | | adicionar aos favoritos

 

O Eurostat (Gabinete de Estatísticas da União Europeia) divulgou sexta-feira passada os números do 2º trimestre deste ano relativos ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos países da Zona Euro e do conjunto da União Europeia.

Segundo aquele organismo, no 2º trimestre de 2010 a economia europeia cresceu 1,0% em relação ao 1º trimestre deste ano, enquanto que, comparando com o mesmo período do ano anterior, ou seja, o 2º trimestre de 2009, o PIB da Europa cresceu 1,7%.

As mesmas taxas de crescimento verificam-se no núcleo dos dezasseis países que constituem a Zona Euro.

Quanto à performance individual dos vários países, há a registar no 2º trimestre de 2010, em relação ao 1º trimestre, as taxas de crescimento da Lituânia (2,9%), da Alemanha (2,2%), da Estónia (2,0%) e da Eslováquia e da Suécia (ambas com 1,2% de crescimento).

Já quando comparado com o trimestre homólogo de 2009, o 2º trimestre de 2010 revela taxas de crescimento do PIB ainda mais expressivas, de salientar os 4,9% da Eslováquia, os 3,7% da Alemanha, os 3,6% da Suécia e os 3,5% da Estónia.

No que se refere ao crescimento das economias portuguesa, italiana, francesa, espanhola, grega e inglesa, as taxas são as seguintes:

-Comparação com o trimestre anterior (1º trimestre de 2010):

Reino Unido (1,1%), França (0,6%), Itália (0,4%), Portugal e Espanha (0,2%) e Grécia (-1,5%).

-Comparação com o trimestre homólogo do ano anterior (2º trimestre de 2009):

França (1,7%), Reino Unido (1,6%), Portugal (1,4%), Itália (1,1%), Espanha (-0,2%) e Grécia (-3,5%).

Importa agora ver mais de perto o caso português.

Como vimos, os indicadores do Eurostat apontam para um crescimento da economia portuguesa no 2º trimestre deste ano de 0,2%.

A mesma fonte revela que o PIB português cresceu 0,2% no 3º trimestre de 2009, retraiu no último trimestre de 2009 (-0,1%) e cresceu 1,1% no 1º trimestre de 2010.

Constata-se, igualmente, que a nossa economia teve, no 3º trimestre de 2009, um crescimento negativo de 2,3% relativamente ao período homólogo de 2008, manteve essa tendência, embora menor, no 4º trimestre de 2009, ou seja, -1,0% do que em igual período de 2008, recuperou no 1º trimestre deste ano, com um crescimento de 1,8% em relação ao 1º trimestre de 2009 e, finalmente, apresenta um crescimento no 2º trimestre de 2010 de 1,4%, quando comparado com o mesmo trimestre de 2009.

Verifica-se, assim, um crescimento do nosso PIB há já dois trimestres consecutivos, embora essas taxas de crescimento ainda estejam aquém da média comunitária: em relação ao 2º trimestre do ano, Portugal tem uma taxa de 0,2% contra 1,0% de crescimento na média da União, enquanto que na comparação com o trimestre homólogo do ano anterior Portugal apresenta uma taxa de crescimento de 1,4% contra 1,7% da média comunitária.


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