Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 07.12.11 às 23:04link do post | | adicionar aos favoritos

Arvore de Natal - Recados Para Hi5

~~~> Novas animações de Arvore De Natal - Hi5Recados.com
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 26.12.10 às 19:21link do post | | adicionar aos favoritos

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 23.12.10 às 21:05link do post | | adicionar aos favoritos

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 20.12.10 às 19:40link do post | | adicionar aos favoritos

 

Estamos a cerca de cinco dias do Natal, essa quadra de reencontro de famílias e de fraternidade com os nossos semelhantes.

O Natal remete-nos para um imaginário de magia e encanto, um mundo de sonhos que cativa os mais pequenos e não deixa indiferentes os mais crescidos.

E não podemos falar do Natal sem que nos lembremos daquela figura emblemática de longas barbas brancas e fato vermelho que, por esta altura do ano, sai da Lapónia no seu trenó carregado de presentes para distribuir pelas crianças de todo o mundo – o Pai Natal.

Partamos hoje à descoberta de Rovaniemi, a cidade mais conhecida e importante da Lapónia, ou não fosse aí a casa do Pai Natal.

 

Rovaniemi situa-se a norte do Círculo Polar Árctico, na Finlândia, e, por ser a terra do Pai Natal, é um dos mais belos lugares do mundo e onde a cultura do Natal encontra a sua expressão máxima.

A Lapónia é, por isso, a região onde habita Joulopukki (Pai Natal) e todos os seus fiéis duendes mágicos e as suas renas.

Diz a lenda que o Pai Natal sai da Lapónia na noite do dia 24 de Dezembro, com o seu trenó puxado por renas carregado de presentes que se destinam a todas as crianças do mundo que se portaram bem ao longo do ano.

Há já cerca de oito mil anos que a Lapónia é habitada. Porém, os Lapões, como se designam os seus habitantes, fixaram-se na região há pelo menos quatro mil anos, sendo a caça a sua principal actividade económica.

 

Mais tarde, já no século XVI, os Lapões começam a dedicar-se também ao pastoreio de renas, época em que o Cristianismo chega à Lapónia.

Naturalmente quase inóspita, a Lapónia é, no entanto, uma região com uma beleza rara, que extravasa os nossos sentidos e que nos projecta para um mundo de verdadeiros encantos. Sendo a região mais setentrional da Finlândia, a Lapónia é atravessada pela linha do Círculo Polar Árctico e um dos poucos lugares do mundo onde se pode ainda encontrar a natureza intacta, no seu estado “puro”, intermináveis extensões agrestes, vivenciar únicos e verdadeiros momentos de silêncio e calma inimagináveis, para além de numerosos espaços singularmente encantadores e arrebatadores.

 

 

Na Lapónia, durante cerca de três meses no Inverno, não há sol ou qualquer claridade, o mesmo acontecendo no Verão, em que também durante cerca de três meses não há noite nem qualquer escuridão. Tal se deve à inclinação do eixo da Terra em relação ao eixo do Sol. Este fenómeno natural faz desencadear dois outros de rara beleza: o “Sol da Meia-Noite” no Verão e a “Aurora Boreal” no Inverno.

O primeiro fenómeno é a designação comum para o fenómeno que acorre nas latitudes acima do Círculo Polar Árctico ou do Círculo Polar Antárctico, precisamente quando o sol não se põe pelo menos durante noventa e cinco horas seguidas.      

 

O segundo fenómeno caracteriza-se por partículas oriundas do sol que originam o chamado “Vento Solar”. Estas partículas, ao carregarem os electrões dos átomos com oxigénio e azoto da atmosfera, produzem os efeitos coloridos que lhe são característicos.

Sendo a Lapónia uma região onde o Inverno é extremamente rigoroso, com as temperaturas a chegar muitas vezes aos 30ºC negativos, havendo mesmo registos de temperaturas de 50ºC negativos, é precisamente nesta altura do ano que podemos ter a oportunidade e o privilégio de assistir às “Auroras Boreais”, uma espécie de dança de luzes coloridas que matizam o horizonte.

Este fenómeno natural ímpar e magnífico pode ser mais facilmente observado e apreciado quando o céu está limpo, sendo mais visível em noites de Lua Nova, o que ocorre sensivelmente a meio do Inverno.

 

O Natal traz ainda outras tradições na Lapónia. Face ao frio extremo, é costume as pessoas fazerem sauna na noite de Natal, antes da Ceia propriamente dita, uma prática que lhes permite aquecer-se, para além da lareira, que é um acessório indispensável nos lares da Lapónia, tanto mais que, diz a lenda, é pela chaminé da lareira que o Pai Natal entra para distribuir os presentes.

Para além disso, ao final da tarde do dia 24 de Dezembro, a televisão e a rádio transmitem mensagens de Paz, o que leva os habitantes da Lapónia a prepararem as suas Árvores de Natal e os seus presentes. Reza a tradição que o povo dirige-se depois para o cemitério, onde aí acendem velas nos túmulos dos mortos. As crianças, por seu lado, colocam do lado de fora das casas vasilhas com arroz e leite para as renas do Pai Natal que, a determinada hora, há-de passar para distribuir os presentes. Ainda que o Inverno seja muito rigoroso, também é tradição a Ceia de Natal ser feita com as portas das casas abertas, para que todos aqueles que por ali passam possam entrar e sentar-se também à mesa – os hóspedes são sempre bem-vindos na Lapónia!

Eis porque a Lapónia ainda continua a fazer parte do nosso imaginário, a fazer-nos lembrar, pelo menos uma vez por ano, que o Natal é não só amor e fraternidade, mas também magia, um reino de doces sonhos e encantos, um hino à felicidade.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 12.12.10 às 18:41link do post | | adicionar aos favoritos

 

Para pôr termo ao lamentável folhetim da iluminação de Natal, quer em Ourém quer em Fátima (ou Cova de Iria?), eu, João Pereira, me confesso.

Falando apenas de Ourém, já que Fátima, sendo a jóia da coroa para muito boa gente (que se esquece que Ourém sempre foi, é e, se o bom senso imperar, há-de continuar a ser a sede do concelho) não é chamada hoje para este texto, posso dizer que percorri todas as artérias da minha querida cidade (na qual eu nasci) à procura de algo novo que me lembrasse o Natal.

O que constatei foi, à excepção da árvore de Natal gigante junto aos Paços do Concelho, um arraial folclórico que me lembrou as festas populares. Julguei que o Santo António tinha chegado mais cedo, ou então que as estações do ano haviam sido trocadas.

A iluminação é, com efeito, feia, assustadoramente mal concebida e pindérica. Revela um mau gosto atroz, amplamente saloia e brejeira.

Acho sinceramente que, ou cumpríamos o rigor de austeridade financeira com que todo o país (incluindo regiões autónomas) está confrontado, ou então não se gastava um único cêntimo nesta feira de vaidades e iluminações que só servem para enganar parvos e gente incauta.

Se há um ano estávamos falidos, hoje estamos falidamente iluminados.

Demagogicamente, os caciques locais querem-nos atirar para os olhos as benfeitorias deste Natal, como se o povo tivesse memória curta e não se lembrasse do que se tem escrito por aí.

É fácil vociferar despautérios contra a gestão camarária anterior. Eu próprio teci veladas e objectivas críticas a respeito do marasmo que nos impuseram em mandatos anteriores.

Mas, paradoxalmente, não vejo o que é que tenha mudado. Ou melhor, algo mudou, mas não augura um bom presságio.

Certa vez, perguntei a Orlando Cavaco (e espero não estar a cometer nenhuma inconfidência), na dependência da Caixa Geral de Depósitos (passo a publicidade), por que razão a Câmara Municipal só nomeava boys social-democratas para os principais cargos dirigentes do nosso concelho. A resposta que obtive foi que, por estarem dentro dos assuntos, eles seriam os mais qualificados para as diversas funções…

Hoje, a pergunta que deixo aqui é a seguinte: quantos boys do PSD a actual maioria pôs na rua quando assumiu funções? E quantos boys socialistas entraram na órbita municipal?

Não estaremos, neste momento, com um aparelho público a nível local super obeso, cujas tetas, por tão ordenhadas que têm sido, começam a dar sinais de cansaço?

Não estará a actual maioria a dar guarida a uma trupe de gente que, a juntar à que já lá estava, apenas se quer orientar na vida e delapidar o pouco que nos resta?

 

E quem pagou as festas da cidade? Quem são os misteriosos benfeitores que proporcionaram ao povo um chá inebriante que apenas serve para distrair e enganar as pessoas? E que apenas serve para cativá-las e domá-las?

Por que razão Ourém só tem dois (salvo erro) planos de pormenor, e um, precisamente na Caridade?

Será que quem anda a patrocinar / financiar a Câmara Municipal de Ourém são os amigos e afilhados que, a troco de uns tostões, vão recebendo uns favorzões?

Por que razão ninguém nos explica isto?

Claro que o povo, enquanto anda entretido com festinhas, inaugurações e luzinhas, não tem tempo para pensar nestas coisas.

Se Salazar embrutecia o povo negando-lhe a educação, nos tempos que correm dão-se-lhe uns copos e umas bifanas que ele fica estupidamente entretido. E o resto meus senhores? E as contas? E o dinheiro, vai-se buscar onde?

E depois poupa-se na lenha das criancinhas, porque essas lá têm que se aguentar… E depois desconfia-se dos professores, porque esses a lenha podem roubar…

Caros amigos: estamos em crise, e ponto final.

Uma árvore de Natal gigante? Sim senhor, assino por baixo. Tudo o resto é feio, é dinheiro mal gasto, são presentes envenenados e uma tremenda falta de gosto.

Este novo-riquismo sempre me fez muitas borbulhas, estraga-me a pele, sei lá, sobretudo esta vida fácil quando metemos a nossa burra foice em seara alheia, a do Estado, a grande teta que alimenta falidos e desprovidos de negócio ou futuro.

Espero que o Orlando Cavaco ainda se lembre da proposta que me fez no Café Chiado há alguns anos atrás, porque hoje, mais do que nunca, tenho pena de ter sido quem fui ou de ter (termos) sustentado muitos burros a garbosos pães-de-ló… a não ser que, feitas as contas deste rosário infeliz, ainda apareça o Pai Natal a dizer-me o contrário.

Tenham umas Festas imensamente felizes e, já agora, um Excelente e Santo Natal.     


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 27.11.10 às 02:06link do post | | adicionar aos favoritos

 

O Jornal “O Mirante” deu-nos conta, no passado dia 20 de Novembro, de uma notícia fabulosa: segundo o jornal, a Câmara Municipal de Ourém vai gastar este ano 105.690 euros em animação de Natal.

Ora aí está, tesos que nem um carapau, mas sempre em festa!

A aposta vai para a animação das cidades de Ourém e Fátima, na qual se integra o projecto “Fátima Cidade Natal”, e que visa dinamizar o comércio local.

Desde concertos e teatro, passando por exposições e árvores de Natal gigantes, até às pistas de gelo, vamos ter de tudo um pouco, à grande e à francesa.

Na sede do concelho, os oureenses poderão patinar no gelo e admirar as luzes de Natal, aquelas que no ano passado ficaram na gaveta por estarmos numa conjuntura de crise e com um passivo na edilidade de mais de 50 milhões de euros.

Este ano, como a crise já passou, toca de pôr mãos à obra e dar à população uma mão cheia de alegria e festa.

Quer-nos parecer que, qualquer dia e por este andar, para além do “Paulinho das Feiras”, vamos ter também o “Paulinho das Festas”.

Para uma Câmara com a corda na garganta e endividada até à medula, convenhamos que são festas e folclore a mais.

Ainda nem sabemos quem foram os angélicos patrocinadores misteriosos das festas da cidade (e quanto ao relatório, nem vê-lo), e aqui vai mais uma para a prateleira dos troféus.

O que interessa é manter o povo distraído, dar-lhe música, fogo-de-artifício e comes e bebes. O resto, logo se vê, amanhã é outro dia…

 

Esta aposta forte na animação de Natal é um investimento, afirmou Nazareno do Carmo, o vereador socialista com o pelouro de Fátima. E acrescenta esta ideia peregrina: “Pode não trazer muita gente [a Fátima, segundo depreendemos], mas o que está em causa são os interesses dos comerciantes”.

Ora, claro está, pode não haver clientes, mas os comerciantes também têm o direito de patinar no gelo e deliciar-se com a iluminação de Natal. Mesmo que não vendam nada…

Pela nossa parte, deixamos mais uma sugestão à Câmara de Ourém: já temos saudades daquele sistema sonoro que era colocado nas principais artérias da cidade a passar melodias de Natal. E se a Câmara recuperasse esta aconchegante ideia? Mais ainda: a vereação, dirigentes de empresas municipais, boys e afins podiam gravar uma música para animar os oureenses enquanto estes fazem as suas compras de Natal. A letra podia começar assim: “É Natal, é Natal, vamos a Ourém, visitar o bom presidente que o povo tem. É Natal, é Natal, vamos a Ourém, visitar o bom presidente que o povo tem...”.    


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