Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 03.09.12 às 18:18link do post | | adicionar aos favoritos

comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 03.09.12 às 18:02link do post | | adicionar aos favoritos

comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 02.09.12 às 23:38link do post | | adicionar aos favoritos

As chamas voltaram hoje ao concelho de Ourém, precisamente no mesmo local onde há sete anos se viveu o inferno a que hoje pudemos tristemente assistir. Só um ingénuo poderá acreditar em infelizes coincidências, e pensar que não há mão criminosa por detrás de tão horrível cenário.

 

Foto: Paulo Cunha / LUSA


comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 05.07.12 às 17:50link do post | | adicionar aos favoritos

“O único erro de José Sócrates foi ter integrado no Governo gente que, há anos, considerava sustentável o sistema de pensões que existia.

Só agora e com uma década de atraso, se reparou na sua impossibilidade.

Quem «vê» com dez anos de atraso não pode servir num tempo de mudanças rápidas, como é o nosso.

Não temos margem para andar tão devagar e com vistas tão curtas.

Por várias razões, o Estado social português não poderá manter-se intacto com uma economia que cresce, duradouramente, a uma taxa anual da ordem de 1%, ou até menos; com um desemprego instalado e muito elevado; com uma estrutura etária desequilibrada; com níveis já altíssimos de despesa pública e de carga fiscal; com um universo de «recebedores» do estado que ronda os 6 milhões de pessoas, considerando os funcionários, os pensionistas, os diversos subsidiados e beneficiários.

E assim por diante.

Reformas de preservação do Estado social não são de esquerda nem de direita, são de senso comum, de gente com visão do futuro e sem temor da verdade”.

 

Medina Carreira, Setembro de 2009


comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 26.06.12 às 21:41link do post | | adicionar aos favoritos

comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 21.06.12 às 23:16link do post | | adicionar aos favoritos

comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 13.06.12 às 15:27link do post | | adicionar aos favoritos

comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 14.10.11 às 01:01link do post | | adicionar aos favoritos

comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 05.10.11 às 16:00link do post | | adicionar aos favoritos

Dia em que se proclamou a República em Portugal.


comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 23.08.11 às 16:49link do post | | adicionar aos favoritos

 

É este espectáculo deprimente que ainda é tradição em Portugal? É isto que ainda merece a conivência do Estado português, porquanto representa a cultura de um povo?

A barbárie que a foto retrata (Alcochete), assim como os dois homens abjectos que a protagonizam, mais um punhado que a alimentam, estarão todos para além dos legítimos direitos dos animais?

Neste país distraído que é o nosso, os danos contra a natureza valem mais que os danos contra os animais?

Excepções? Quais excepções, quando o que está em causa é o sofrimento e a morte deliberada, humilhante e degradante de um ser vivo?

E lembrar-me eu que tudo isto acontece a troco de uma “festa” absurda – a chamada estupidamente “festa dos touros” –, suportada por duvidosos valores e tradições seculares, em que se aplaude a desgraça alheia e em que as autoridades fecham os olhos para que a carnificina continue impune e desoladoramente encorajada…

Se vivêssemos num país de fantasia (ou será que vivemos mesmo?), haveria certamente um dia em que o feitiço se virava contra o feiticeiro, e seriam os (agora) coitados dos touros a fazer valer a sua forte personalidade e a embandarilhar e a desencornar todos os valentões cobardes que contra eles acometem. E haveria tantos por aí…  


comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 25.07.11 às 16:22link do post | | adicionar aos favoritos

Praia da Oura (Albufeira, Algarve - Portugal)


comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 07.07.11 às 23:14link do post | | adicionar aos favoritos

comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 19.06.11 às 17:47link do post | | adicionar aos favoritos

 

Confesso-vos que fiquei atónito com o Editorial desta semana do jornal “Notícias de Ourém”, mais concretamente com o facto de o meu estimado amigo “Tony” andar a fazer alegadas pressões junto do director do jornal, no sentido de “diminuir” a exposição pública de outros cronistas (leia-se do PSD/Ourém) nesse mesmo jornal, com a alegada – a fazer fé nos relatos tornados públicos – conivência da Câmara e do seu presidente.

Meus caros, o mundo deve estar de pernas ao contrário, anda tudo doido, ou então a esclerose deve ser mais do que múltipla, perdoe-se-me a expressão, mas é mesmo assim.

Afinal, segundo me lembro, antigamente nas reuniões de secretariado ou da comissão política do PS/Ourém, indignávamo-nos e criticávamos o PSD por usar o dito jornal como meio propagandístico, de fazer uma selecção quase natural dos artigos que publicava e, sobretudo, quem poderia figurar nessa lista, e agora, vira-se o feitiço contra o feiticeiro, e são vocês aqueles que, segundo alegadamente parece, andam a fazer aquilo que criticavam quando estavam na oposição.

A ser verdade o que se tem escrito, será bom porem a mão na consciência e não cuspirem no prato onde um dia já comeram.

Meus senhores, a dignidade e a abnegação que se reclama no exercício do poder político neste país semi falido e podre que se chama Portugal, também passa pela bondade e honestidade com que se exerce o poder autárquico.

Aliás, quando a nível local vemos enquistamentos e desconformidades destas (para não lhe chamar nomes mais feios), imagine-se o que não vai por esse país fora.

Pois bem, sabendo eu que o país não precisa de “xicos espertos” e de muletas, ou até mesmo de canadianas, vamos a ganhar juízo que é para ver se, para a próxima, não têm de engolir o sapo que o infortunado Sócrates teve de engolir nestas eleições.

Seria uma grande frustração, eu diria uma frustração do outro mundo, uma espécie de peregrina ou “Moura” frustração.

Seria interessante esta combinação de juventude, uma certa rivalidade é certo, mas com certeza muito profícua para a sã concorrência entre os partidos políticos, entenda-se o PS e o PSD/Ourém, a lembrar a juventude deste décimo nono governo.

Claro que vos falo na já anunciada candidatura de João Moura à presidência da comissão política concelhia do PSD/Ourém.

Fonseca e Moura são ambos jovens e a combinação de juventude poderá ser uma mais valia para o concelho.

O que não se compreende, é o facto de andarmos sempre a bater na mesma tecla, seja aqui no burgo, seja no país.

E tudo isto vem no sentido da questão de fundo inicial: mas por que raio tem a política de intrometer-se nos órgãos de comunicação social? Mas, não se aprendeu tanto com a estupidez de Sócrates e com os infortúnios de Portugal? Ninguém aprende a lição? Andará tudo louco? Mas, onde pára a responsabilidade? Haverá alguém que ainda acredite neste embuste?

Assim não vamos lá, enquanto concelho e enquanto país.

Deus vos perdoe, e a mim também, porque pecamos.

 

João Pereira    


comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 17.06.11 às 19:31link do post | | adicionar aos favoritos

 

Já Churchill dizia que não são os partidos da oposição que ganham eleições, mas antes é o partido do poder que as perde.

Por cá, algumas mentes mais iluminadas também disseram que não foi o PSD nem o CDS-PP que venceram as legislativas de 5 de Junho passado, foi o PS de Sócrates que as perdeu ingloriamente.

Não sabemos se a narrativa está certa, apenas constatamos que Passos Coelho é agora o primeiro-ministro de Portugal, com um governo de coligação com o CDS-PP.

Sabemos também que o Partido Socialista foi o grande derrotado nestas eleições, e que José Sócrates, ao assumir em plena noite eleitoral que os resultados negativos alcançados pelo PS eram de sua única responsabilidade, entendeu que havia chegado o momento de abrir um novo ciclo político dentro do próprio Partido Socialista, dando assim espaço a uma nova liderança e a uma nova estratégia, e escancarando os corredores do partido para que as tropas se comecem a mobilizar para eleger o novo secretário-geral do Partido Socialista.

 

Seguro e Assis, já mobilizados para o embate final, terão certamente razões para achar que a conjuntura internacional e as medidas duríssimas, mas necessárias, que têm vindo e continuarão a ser impostas aos portugueses foram as principais razões para que estes penalizassem o seu partido nestas eleições.

Nem será estranho que os socialistas se mostrem inclinados a repetir o mesmo argumento de que a bola de neve das crises financeira e económica internacionais terem sido fatais para o país, a que se juntaria a crise das dívidas soberanas e o efeito dominó que as sucessivas medidas (ou não-medidas?) tiveram ao nível do crescimento da economia, mas também no equilíbrio das contas públicas.

 

Nesta perspectiva, e ainda à luz da ideia de Churchill, parece de admitir que foi de facto o Partido Socialista (o partido do poder) que perdeu as eleições, e não o PSD que as ganhou.

Ainda que este argumento possa ser verdade, dentro do PSD certamente há-de prevalecer a ideia de que os portugueses “chumbaram” a avaliação de desempenho do governo, não só pelo percurso irresponsável e sinuoso a que Sócrates expos o país ao longo (sobretudo) dos últimos quatro anos, com muitas curvas e contracurvas, mas também porque, por consequência dessas erradas políticas e má prática governativa, o governo contribuiu para o descalabro económico e financeiro do país e, em particular, do ponto de vista social e das condições de vida dos portugueses.

Aqui o PSD encontra os condimentos necessários para cantar vitória, e acaba por subverter mais uma vez a ideia de Churchill, subsistindo a dúvida de saber se foi o PSD que venceu as eleições ou se foi o PS que as perdeu.

Alguns poderão dizer que ambas as afirmações são verdadeiras, ou seja, quer estejamos do lado do partido vencedor ou do partido derrotado, as perspectivas vão sempre condizer com a posição que ocupamos: se um partido ganha as eleições, o impulso natural é para se afirmar vitorioso e assumir o feito como uma grande conquista; já se se tratar do partido derrotado, a tendência é no sentido de que assuma essa derrota e interiorize essa perda.

Foi assim com Passos Coelho e com José Sócrates.

Sócrates assumiu plenamente os resultados eleitorais que penalizaram o PS, pôs o seu lugar à disposição do Partido Socialista e afastou-se por tempo indeterminado.

 

Passos Coelho interiorizou a sua vitória, embora as actuais circunstâncias do país não deixassem margem ao partido para exteriorizações frenéticas de entusiasmo pela conquista do poder.

Coelho foi comedido na festa, não cantou de galo, mas nem por isso deve ter deixado de sentir um enorme alívio e um impulso de entusiasmo e alegria. Certamente que na sua óptica não foi o PS que perdeu as eleições, foi o PSD e a sua liderança que melhor soube conquistar a confiança dos portugueses e venceu as eleições.

O problema aqui não é pois de forma, é antes de conteúdo.

Na verdade, não importa tanto saber se é o partido que está no poder que perde as eleições em detrimento daquele(s) que está(ão) na oposição, nem se a tónica deve ser colocada naqueles que, estando na oposição, ascendem ao poder pela vitória nas eleições.

O que importa saber é qual a razão por que um partido perde eleições.

Logo, o que importa saber nesta história não é se o Partido Socialista encara este desaire eleitoral como uma responsabilidade sua, ou se o PSD beneficiou do desgaste do governo e da crise instalada no país para se refastelar em São Bento.

Não nos importa que o PSD assuma a vitória e que o PS expie os seus pecados.

O que vemos como mais importante é que o novo governo, juntamente com os parceiros sociais e a sociedade civil, saiba doravante, entre outras coisas, estar à altura das dificuldades, saiba aproveitar os numerosos diagnósticos realistas sobre o país que foram sendo feitos ao longo dos anos, saiba corrigir os erros e enquistamentos que corroem o funcionamento da administração pública como um todo, saiba procurar consensos e compromissos alargados para a exigente tarefa de aplicação do programa de resgate assinado com as instituições internacionais, ou que, numa perspectiva macroeconómica, seja ambicioso o bastante para resolver de uma vez por todas o estrangulamento da actividade económica, a sua estagnação e recessão, o problema do endividamento público e privado, o desequilíbrio das contas públicas, já para não falar no plano social e no desemprego, questões que têm vindo a acentuar-se e a constranger de forma absolutamente penosa as famílias portuguesas.

 

Mas, este é também o momento para enveredarmos por uma exigente reflexão sobre o queremos ser enquanto país, que objectivos temos para Portugal, e desses, quais irão moldar e condicionar as nossas tarefas actuais.

Afinal, em ordem a que superiores interesses nacionais estamos todos convocados para o jogo arriscado e de sacrifício que o futuro nos reserva?

Não basta dizermos apenas que o país é um pântano ou que está de tanga, que existem esqueletos escondidos no armário e que só discutimos “pintelhos”, ou ainda que não há dinheiro nem para mandar cantar um cego.

Não basta dizer ou criticar, é preciso agir, mas com urgência.

O erro em que Portugal caiu durante largos anos – o de discutir os problemas pela rama e não os aprofundar nem os encarar de frente, reféns que sempre estão os partidos políticos da popularidade dos seus governos e da perspectiva egocêntrica de uma reeleição – conduziram-nos ao ponto de ruptura em que nos encontramos.

Agora, é tempo de sermos nós – os portugueses – a criar uma ruptura com os paradigmas obsoletos do passado e a catapultar o país para a linha da frente.

E Portugal tem tantas possibilidades…

Esperamos que o governo de coligação PSD / CDS-PP não nos desiluda e que faça aquilo que o governo de Sócrates não fez, sob pena de estarmos a desperdiçar uma das últimas oportunidades de ouro para agarrar com sucesso o futuro.

Quem ganha e quem perde? Quem ganha não sabemos, mas quem perde é seguramente o país e os portugueses.


comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 10.06.11 às 14:35link do post | | adicionar aos favoritos

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

tags:

mais sobre mim
Outubro 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
15
16
17
18
19
20

21
22
23
24
25
26
27

28
29
30
31


links
pesquisar
 
Contador
free counters
Blog iNovOurém no Facebook
Google Translate
TWITTER
Followers
blogs SAPO