Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 16.08.12 às 22:25link do post | | adicionar aos favoritos

Em frente ao cemitério junto do Castelo de Ourém ergue-se esta placa que assinala a presença de uma escadaria que pretende homenagear o Reverendo Padre José Joaquim Pereira da Silva, o qual, como bem se pode depreender pelas fotos, foi o Fundador da Sociedade Filarmónica Oureense.

O insólito acontece quando lemos “fundedor” em vez de “fundador”, e “filarmonica” em vez de “filarmónica”.

Dois erros crassos como estes não são desprezíveis em tão singela placa, ficando a dúvida se são resultado de um problema técnico de gravação ou se, pelo contrário, são fruto da ignorância do homem.

De qualquer maneira, a responsabilidade do revisor da obra também não esteve à altura das circunstâncias, o que permitiu até hoje – e não sabemos desde quando – que esta obra-prima continue ali pregada.

A bem da língua portuguesa, seria bom que os erros fossem rapidamente corrigidos, até por uma questão de respeito pelo homenageado. A não ser que assim se escreva em bom português e sejamos nós a estarmos enganados.

 

 

Foto tirada em 15-08-2012


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 09.11.10 às 22:20link do post | | adicionar aos favoritos

 

Tomemos como exemplo o maior avião comercial do mundo: o A380 – um colosso que alberga nas suas asas quatro potentes motores que o impulsionam em direcção aos céus.

Se, por hipótese, um dos quatro motores deixar de funcionar, o avião não perde sustentação e continua no ar.

No entanto, a performance original ficará afectada, e tanto mais se deteriorará se acaso se seguir a avaria de um segundo motor.

Mesmo assim, com a perda de dois motores, o nosso A380 continuará no ar, mas agora aconselha-se que procure aterrar o mais depressa possível para evitar males maiores.

Imaginemos agora que, ao invés de motores de avião, temos os motores da economia, sem os quais os países não andam nem progridem.

Atribuamos ao motor nº 1 o consumo interno, ao motor nº 2 a despesa pública (investimento público), ao motor nº 3 o investimento privado e, finalmente, ao motor nº 4 as exportações.

Todos os quatro motores têm de funcionar plenamente para que cada um deles possa desempenhar a função para que foi idealizado.

Tal como num avião, se o motor do consumo interno avariar, isso não será bastante para despenhar a economia, mas que o país ficará descompensado, lá isso é verdade.

Se juntarmos a esta avaria o colapso do motor da despesa pública e, logo a seguir, a falha do motor do investimento privado, então, à semelhança do avião, também aqui é prudente e aconselhável que o piloto leia os procedimentos de segurança e ponha a salvo os passageiros do seu país.

Esta imagem de um avião com os seus potentes motores foi utilizada há umas semanas pelo Governador do Banco de Portugal, para explicar o modo como funcionaria a economia se os seus quatro motores deixassem de funcionar em pleno.

O que o Governador não explicou foi que também é possível falar em pilares da economia e, desses, como as fotos demonstram, só o dos cidadãos contribuintes continua a funcionar a todo o gás.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 02.11.10 às 23:59link do post | | adicionar aos favoritos

 

Nem sempre o que parece é. Por isso mesmo, estas duas santas freiras tomaram um valente susto quando, ao virar da esquina, a simples sombra projectada de um homem bondoso, carregando duas malas, as fez pensar que estavam perante uma imagem de terror ou, quem sabe, às portas de um qualquer paraíso celeste.

No entanto, ficará sempre a dúvida de saber por qual das imagens estas freiras se estarreceram, uma espécie de dúvida terrena entre saber o que é sagrado e o que é profano.

Até lá, resta-nos a todos pedir perdão a Deus por vermos maldade em qualquer esquina.   


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 27.10.10 às 23:58link do post | | adicionar aos favoritos

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 19.10.10 às 23:50link do post | | adicionar aos favoritos

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 02.10.10 às 00:34link do post | | adicionar aos favoritos

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 15.09.10 às 23:06link do post | | adicionar aos favoritos

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 08.09.10 às 23:56link do post | | adicionar aos favoritos
 

 As imagens valem por mil palavras.

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 07.09.10 às 22:13link do post | | adicionar aos favoritos

 

O neto e o avô...
Uma tarde um neto conversava com o seu avô sobre os acontecimentos actuais.
Então, de repente, o neto perguntou:

- Quantos anos tem, avô?

E o avô respondeu:

- Bem, deixa-me pensar um momento...

Nasci antes da televisão, e já crescidinho apareceu, com um único canal e a preto e branco.
Nasci antes das vacinas contra a poliomielite, das comidas congeladas, da fotocopiadora, das lentes de contacto e da pílula anticoncepcional.
Não existiam os radares, os cartões de crédito, o raio laser nem os patins on-line.
Não se tinha inventado o ar condicionado, as máquinas de lavar e secar, (as roupas secavam ao vento) e frigoríficos quase ninguém tinha. O homem nem tinha chegado à lua.
A tua avó e eu casámos e só depois vivemos juntos e em cada família havia um pai e uma mãe.
"Gay" era uma palavra inglesa que significava uma pessoa contente, alegre e divertida, não homossexual.
Das lésbicas, nunca tínhamos ouvido falar e os rapazes não usavam piercings.
Nasci antes das duplas carreiras universitárias e das terapias de grupo.
Não havia computador, comunicávamos através de cartas, postais e telegramas.
Mails, chats e Messenger, não existiam. Computadores portáteis ou Internet nem em sonhos...
Estudávamos só por livros e consultávamos enciclopédias e dicionários.
As pessoas não eram medicadas, a menos que os médicos pedissem um exame de sangue.
Chamava-se a cada polícia e a cada homem "senhor" e a cada mulher "senhora".
Nos meus tempos a virgindade não produzia cancro.
As nossas vidas eram governadas pelos 10 mandamentos e bom juízo.
Ensinaram-nos a diferençar o bem do mal e a ser responsáveis pelos nossos actos.
Acreditávamos que "comida rápida" era o que comíamos quando estávamos com pressa.
Ter um bom relacionamento, queria dizer dar-se bem com os primos e amigos.
Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava as férias juntos.
Ninguém conhecia telefones sem fios e muito menos os telemóveis.
Nunca tínhamos ouvido falar de música estereofónica, rádios FM, Fitas, cassetes, CDs, DVDs, máquinas de escrever eléctricas, calculadoras (nem as mecânicas quanto mais as portáteis).
"Notebook" era um livro de anotações.
"Ficar" dizia-se quando pessoas ficavam juntas como bons amigos.
Aos relógios dava-se corda todos os dias, mesmo aos de pulso.
Não existia nada digital, nem os relógios nem os indicadores com números luminosos dos marcadores de jogos, nem as máquinas.
Falando de máquinas, não existiam as cafeteiras eléctricas, ferros de passar eléctricos, os fornos microondas nem os rádios-relógios despertadores. Para não falar dos vídeos ou VHF, ou das máquinas de filmar minúsculas de hoje...
As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Eram a branco e preto e a sua revelação demorava mais de três dias. As de cores não existiam e quando apareceram, a sua revelação era muito cara e demorada.
Se nos artigos lêssemos "Made in Japan", não se considerava de má qualidade e não existia "Made in Korea", nem "Made in Taiwan", nem "Made in China".
Não se falava de "Pizza Hut" ou "McDonald's", nem de café instantâneo.
Havia casas onde se compravam coisas por 5 e 10 centavos. Os sorvetes, os bilhetes de autocarros e os refrigerantes, que se chamavam pirolitos, tudo custava 10 centavos.
Cem escudos dizia-se: "cem reis".
No meu tempo, "erva" era algo que se cortava e não se fumava.
"Hardware" era uma ferramenta e "software" não existia.
Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para ter um filho.

- Agora diz-me, quantos anos achas que tenho?

- Meu Deus, Avô! Mais de 200! - disse o neto.

- Não, querido. Tenho 55!

 

 

Nota: esta linda história foi-nos facultada por um amigo do Facebook, Carlos Dias, que amavelmente nos permitiu partilhá-la com os leitores deste Blog. Caso já tenha “tropeçado” nela, então é sinal que merece deliciar-se duas vezes. Se é a primeira vez que a lê, então desfrute deste diálogo deliciosamente cativante.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 04.09.10 às 00:04link do post | | adicionar aos favoritos

Eis a razão por que os ciganos búlgaros e romenos foram, desumana e selvaticamente, expulsos do território francês, graças à pérfida política de segurança e emigração de Nicolas Sarkozy: furtavam automóveis.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 17.08.10 às 02:19link do post | | adicionar aos favoritos
 
Para quem estará Mário Soares a fazer caretas? Será para Manuel Alegre?
 
 
Pelos vistos é para Paulo Portas.

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 29.07.10 às 22:13link do post | | adicionar aos favoritos
Esta é a versão "Home Made", by IKEA.

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 17.07.10 às 10:48link do post | | adicionar aos favoritos

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 07.07.10 às 22:03link do post | | adicionar aos favoritos

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