Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 27.06.10 às 20:48link do post | adicionar aos favoritos

 

 

 

Este velho Intermarché está a ocupar uma das zonas nobres da cidade de Ourém, pelo que, uma vez que já está desactivado, impõe-se perguntar a quem de direito: para quando a reorganização do espaço e a sua devolução aos oureenses? Ou será que ninguém vê este estorvo? Será agora só para servir de palco para circos e palhaços?

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 27.06.10 às 19:25link do post | adicionar aos favoritos

 

 

Terça-feira, 29 de Junho de 2010, 19h30, África do Sul, Cidade do Cabo - Portugal vs Espanha. Boa Sorte Portugal, e lembra-te que foi nesse estádio que deste 7 à Coreia do Norte!

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 26.06.10 às 03:33link do post | adicionar aos favoritos

 

Nos últimos tempos e, em particular, nos últimos dias temos vindo a assistir no nosso país a um coro de vozes pessimistas em relação à actual situação económico-financeira de Portugal, à sua sustentabilidade no médio / longo prazo e às dificuldades com que estamos confrontados nos mais diversos domínios.

Não estamos bem, isso já todos sabemos.

Temos problemas internos há muito identificados, e que não se prendem somente com a conjuntura internacional desfavorável, que não poupa mesmo aqueles ditos países mais desenvolvidos e economicamente melhor preparados, como são os casos da Alemanha e do Reino Unido.

A estes, há que juntar os nossos já velhinhos problemas estruturais, seja no domínio da produtividade e competitividade das nossas empresas, e consequente criação de riqueza, seja ao nível da saúde, da educação ou da justiça, passando pelos problemas do desemprego, da reforma da administração pública e do endividamento do Estado, das empresas e das famílias.

Tudo questões que têm vindo a ser resolvidas com meras operações pontuais e de cosmética, que apenas disfarçam os problemas e não os combatem na raiz.

Mas, aquilo que nos traz hoje aqui tem mais a ver com a confiança que é necessário transmitir aos portugueses e a quem nos observa internacionalmente.

Temos, por isso, na memória as declarações infelizes proferidas pelo presidente do Banco BPI, Fernando Ulrich, não há muito tempo, segundo o qual o país estaria tecnicamente falido, que aos bancos só restaria fechar de vez as torneiras (leia-se congelamento do financiamento) e que a situação económica do país havia chegado a um ponto sem retorno, perigosamente insustentável e de difícil recuperação.

Outro exemplo infeliz, chegou-nos através do discurso oficial do Presidente da República, Cavaco Silva, aquando das comemorações do Dia de Portugal, e reiteradas no final desta semana, para quem Portugal chegou a uma situação insustentável e que tem pela frente grandes tarefas e inevitáveis sacrifícios.

Ora, numa altura como aquela que vivemos actualmente, os portugueses não precisam que lhes lembrem aquilo que já sabem, não precisam que lhes lembrem que atravessamos uma situação económica difícil, e muito menos precisam de ouvir palavras derrotistas como se o país fechasse amanhã ou o mundo acabasse na mesma volta.  

O que todos nós precisamos de ouvir, principalmente da parte de quem tem mais responsabilidades – sejam elas políticas, económicas ou outras –, são palavras de estímulo e de confiança, mas também ideias e sinais claros de que existem soluções e vontade para resolver e ultrapassar os problemas.

O que todos nós precisamos de ver, são plataformas de entendimento entre os principais decisores, são consensos alargados em torno das questões mais periclitantes da nossa vida política, económica e social, que nos têm minado e impossibilitado de evoluir e crescer.  

Não precisamos, por isso, de vozes negativas ou de discursos do bota-abaixo.

Assim como um doente não carece de ouvir que está mal e que vai morrer nos próximos dias ou meses, também o país e os portugueses não carecem destas “vuvuzelas” maléficas e estridentes.

O que todos nós precisamos é de palavras de estímulo e de confiança, para que possamos continuar a acreditar no nosso país e em quem nos dirige e governa.

Mal vai a democracia se prevalecer o contrário. Aí sim, é que nos tornaríamos fatalmente insustentáveis e, pior que isso, social e humanamente medíocres, pequenos e inúteis.    

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 26.06.10 às 00:54link do post | adicionar aos favoritos

Nicinha, mais conhecida no meio musical e artístico por "Queen Ebony aka Nicinha", com o coração dividido entre África e Portugal, tem também raízes que a ligam a Ourém, embora, como ela própria gosta de dizer, é uma cidadã do mundo. As influências musicais que mais a caracterizam são a "R&B", o "soul", o "hip-hop" e a "House Music". O seu primeiro trabalho foi emprestar a sua voz muito original a uma das músicas mais tocadas em 2001 nas pistas de dança, sob o projecto intituado “The Sound of Fad«shion”, produzido pelo DJ Alex e DJ Luis Leite. Já em 2002, gravou “Musica Feliz”, em colaboração com o projecto Rodamaal, e cantou para a editora “Buzzin’ Fly Records, com o produtor Benn Watt. Em 2005, Nicinha gravou em França “My Dream”, com o Dj Rocco. Para além de Portugal, Nicinha tem também passado pelas melhores casas de música da Europa, nomeadamente Oslo, Barcelona e Londres, onde tem deixado a sua marca e a sua viva voz. Parabéns Nicinha.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 25.06.10 às 19:39link do post | adicionar aos favoritos
O jogo mais esperado da fase de grupos, Portugal vs Brasil, foi morno e equilibrado, com uma primeira parte em que o Brasil dominou, e a segunda mais favorável a Portugal. O empate permitiu, no entanto, a qualificação das duas equipas para os oitavos de final do Mundial da África do Sul. Parabéns Portugal e Brasil.
Foto: Agência Reuters, via Globo.com
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 25.06.10 às 02:54link do post | adicionar aos favoritos

O que a nossa Selecção precisa hoje é de muita concentração, muito fôlego e um olhar postado nos oitavos de final. O barulho? Não faz mal, somos, quando queremos, dez milhões de vuvuzelas.

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 25.06.10 às 00:23link do post | adicionar aos favoritos

A crise que vivemos actualmente, e desde há cerca de três anos a esta parte, continua a surpreender no que aos números diz respeito. Desta feita, ao que consta, o número de ricos, em Portugal, e de milionários, no resto do mundo, aumentou! Segundo as últimas novidades, já são dez milhões no planeta que gozam deste estatuto diferente - estatuto esse que lhes confere um cartão VIP na auto-estrada da falta de ética, e em que as portagens são mera via verde para a corrupção e para a especulação. Parece que estes são bafejados pela "sorte", que vêem as suas contas aumentar, enquanto que o resto dos humanos conta os tostões para ver se consegue sobreviver no dia seguinte. Enquanto isso, as populações continuam a "acreditar" nesta espécie de políticos e de líderes, e a todo tempo a "empranhar" pelos ouvidos. Os discursos cá dentro, mas também na europa e no resto do mundo, não têm sumo, sejam eles de pseudo-políticos, de economistas passadistas, de reguladores de algibeira ou de "oportunistas de carteira" e de casino. Quanto a nós, os que sobramos, temos de continuar a acreditar, senão, é chegado o momento de fazer justiça. Só não vê quem não quer. O pior cego é aquele que precisamente não quer ver, e se demite da sua função de regular, e se conforma com a situação ou em ver os combóios simplesmente passar.  

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 24.06.10 às 22:27link do post | adicionar aos favoritos

 

Paulo Fonseca foi o candidato do Partido Socialista (PS) à Câmara Municipal de Ourém nas eleições autárquicas de 14-12-1997, 16-12-2001 e 11-10-2009.

Nas duas primeiras, obteve 35,96 e 35,20%, respectivamente, tendo sido eleito vereador.

Na última, a do ano passado, obteve 47,35%, sendo eleito, como todos sabemos, Presidente da Câmara Municipal.

Teve o mérito de ter conseguido cativar o voto de 12.459 pessoas, mais 1.061 do que o PSD, o que permitiu ao PS eleger 4 vereadores.

Tratou-se de um feito de grande relevância, se levarmos em conta a tradição eleitoral no nosso concelho e o resultado obtido nas eleições de 2005 (7.883 votos). 

Jovem activo, irreverente e empreendedor na “causa pública”, entrou na vida política activa pela mão de Alberto Figueiredo, um dos históricos, de entre alguns outros, do PS/Ourém.

Começou por organizar e dar corpo àquilo que viria a ser o que hoje conhecemos por “Núcleos”, ou seja, o Núcleo da Juventude Socialista de Ourém, um grupo de jovens, partidária e estatutariamente constituído, no qual desempenhou as funções de secretário coordenador.

E era um tempo em que o Partido Social Democrata e, mais concretamente, Mário Albuquerque, governava o nosso concelho, e em que, diga-se em abono da verdade, tudo o que não respirasse o “velhinho sistema”, era tido como comunista ou socialmente inútil ou desprezível.

Como Paulo Fonseca bem refere, tudo começou na velhinha sede do PS em Ourém (não aquela que existia na Rua Alexandre Herculano, de boa memória e da qual ainda tenho recordações bem vivas), mas aquela que existia, mais ou menos, em frente ao antigo hospital (de Santo Agostinho) e que foi gentilmente cedida (com contrato de comodato, isto é, gratuitamente) por Armando Leitão Pereira, a mesma pessoa que cedeu, sem contrapartidas e nos mesmos termos (gratuitamente), a primeira sede do MASP (Movimento de Apoio de Soares à Presidência), e que ainda hoje espera uma palavra de reconhecimento. Enfim, sem ressentimentos…

Fechado o parêntesis (que também se impunha), é certo que Paulo Fonseca, actual presidente da Câmara Municipal de Ourém, foi evoluindo política e humanamente, observando e aprendendo com os mais velhos.

Depois de deixar as sementes na sua terra, foi à conquista de novos “palcos”, distritais e nacionais, e com isso ganhou “calo” – é um facto.

Não se conformou, nem se conforma, com a estagnação de ideias e perspectivas, fica insatisfeito quando, como nós, vê que as coisas não “pululam nem avançam”. Essa será, pensamos nós, a “doença” que afecta quem realmente gosta da sua terra.

Por isso mesmo, por não desistir das causas em que acredita, candidatou-se pela terceira vez à Câmara de Ourém, e venceu.

O povo deu-lhe esta oportunidade.

O nosso desejo, é que não passemos do oito para o oitenta, e que não sejamos todos enganados pelo jovem irreverente, que sempre quis fazer a ruptura com o passado e ter esperança no futuro. Porquê? Porque acreditamos que, há muito, tal como ele diz, “o 25 de Abril ainda não tinha chegado a Ourém”, verdadeiramente.

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 24.06.10 às 01:05link do post | adicionar aos favoritos

 

Há já algum tempo dizia-se por estas bandas que os médicos de família tinham chegado ao nosso concelho em força e que, agora (entenda-se, na altura em que a boa nova foi anunciada), é que ninguém iria ficar sem os ditos. Oh, mas por que razão eu e mais quatro pessoas que eu conheço ainda não temos médico de família? Vá lá, só mais um, é que pelos vistos só faltamos nós...

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 23.06.10 às 21:49link do post | adicionar aos favoritos

 

Hoje é noite de São João, e a bela sardinha assada é rainha. Mais um copinho de vinho e muita animação sobre a mesa. A broa e o caldo verde também não podem faltar nesta grande noite de muita festa. Viva o São João!

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 23.06.10 às 00:59link do post | adicionar aos favoritos

 

Nicolas Anelka (à esquerda) e Raymond Domenech (à direita), jogador e seleccionador francês, respectivamente, contribuiram para a péssima imagem deixada pela França neste Campeonato do Mundo da África do Sul, protagonizando dois episódios que deixam a moral dos franceses pelas ruas da amargura. Como se não bastassem os lamentáveis insultos dirigidos por Anelka ao seu treinador (ao que consta foram, entre outros, "vai para o c*****o e "filho da p**a), também Domenech se recusou a apertar a mão do seu homólogo da África do Sul, depois de mais uma derrota da França frente aos sul africanos. São estes péssimos exemplos que mancham o bom nome do futebol e que não podem acontecer, muito menos numa competição ao mais alto nível como é a disputa de um Campeonato do Mundo. Au revoir france...

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 22.06.10 às 20:28link do post | adicionar aos favoritos

 

Diz o povo, com a sua habitual sapiência, que “presunção e água benta, cada qual toma a que quer”.

Ora, vai daí, queremos deixar aqui registado um voto veemente de protesto e de indignação em relação a duas situações que detectámos há já algum tempo, as quais têm tanto de estranho e incompreensível, quanto de chocante e gritantemente absurdo.

Trata-se, com efeito, da denominação de duas ruas, uma em Ourém e a outra em Alburitel, e que retratamos nas fotos que acompanham este escrito. A primeira, a Rua Comandante Joaquim da Silva, situada em Ourém, homenageia a figura de um ex-Comandante dos Bombeiros Voluntários de Ourém (infelizmente já falecido).

 

 

A segunda, a Rua Prof. Mário da Silva Coutinho Albuquerque, situada em Alburitel, presta homenagem a um ex-Presidente da Câmara Municipal de Ourém.

É preciso dizer que nada temos contra estas duas pessoas. São homens que imprimiram o seu esforço e a sua dedicação à “Causa de Ourém”, homens de princípios e valores humanistas, certamente, e que, nas áreas onde exerceram as suas actividades, não temos dúvidas que procuraram dar sempre o seu melhor.

 

 

Mas, há nestas histórias um denominador comum: ambos receberam em vida, sublinhe-se em vida, tais denominações de ruas – tendo aceite essa honraria sem reservas nem arrependimentos.

E é precisamente este o ponto da nossa indignação: como é possível uma pessoa aceitar este tipo de homenagem em vida? Tudo bem, a título póstumo seria mais normal, mas em vida? Quantas pessoas ilustres desta terra, já falecidos, não mereciam justamente o seu nome numa rua e não têm?

Por exemplo, onde está a Rua Cândido Afonso Machado e Costa, homem bom e benemérito que se fartou de dar terras suas para a Câmara, inclusivamente toda a zona próxima do Bairro (Rua dos Álamos), e em cujos terrenos (dados) foi aberta a Rua Luís de Camões?

Onde está a Rua Diogo Manuel Azeredo Pais, Inspector de Finanças do mais alto gabarito, que, apesar de ter sido originário da zona de Viseu, passou praticamente toda a sua vida pessoal e profissional em Ourém (tendo falecido já depois dos 90 anos), homem íntegro, intelectualmente acima da média, senhor de uma vasta cultura, e que deixou um legado e um contributo vastíssimos na área das finanças, das letras e dos valores humanistas e de cidadania?

Comparando com estas duas figuras ilustres, íntegras e de uma bondade e altivez extremas, o que raio fizeram então aqueles dois senhores por Ourém para terem o seu nome numa rua? O que é que deram a Ourém? Deram alguma coisa sem contrapartidas?

Mas alguém de bom senso, com dignidade e humildade aceitaria em vida o nome numa rua?

Caros amigos, quanta pretensão, quanta vaidade, quanto oportunismo, quanta mediocridade… 

Já pouco nos espantaria ver, por estes dias, a Rua “Serrano de Além Mar”, a Rua “Armando dos Netos e dos Avós”, a Rua “Manuel dos Cartuchinhos” ou a Rua “Joãozinho Não Sei das Quantas”…

Não seria mais adequado consultar-se os livros da História de Ourém ou falar-se com quem a conhece, em vez de se andar para ai a distribuir nomes de ruas a granel?

Deixem, pois, os topónimos para quem os verdadeiramente merece.

 

 

Para outros detalhes sobre a matéria da atribuição de topónimos, consultar o Regulamento Municipal de Toponímia e Numeração de Polícia do Concelho de Ourém, constante do Edital nº 74/2007, de 10 de Maio, e o Edital nº 99/2007, de 6 de Junho, que corrigiu os artigos 29º e 30º do referido Regulamento.

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 21.06.10 às 23:28link do post | adicionar aos favoritos
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 21.06.10 às 23:23link do post | adicionar aos favoritos
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 21.06.10 às 22:55link do post | adicionar aos favoritos

 

 

 

 

 

 

 

Perspectivas poente, centrais e nascente de uma das últimas "excelentes" obras promovidas pelo anterior executivo camarário já em fim de mandato, sitas na Rua Comandate Joaquim da Silva, em Ourém, as quais, ao contrário da relva projectada prometida, nos oferecem agora uma grande erva. Já lá vão mais de 10 anos que os moradores dos prédios circundantes esperam por um espaço verdadeiramente bonito e condigno, não esta grande erva.

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