Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 22.08.10 às 23:57link do post | adicionar aos favoritos

 

A construção de uma mesquita muçulmana na baixa de Manhattan, Nova Iorque, está a causar uma enorme polémica junto da opinião pública norte-americana.

E isto porque a sua construção é numa zona muito próxima do então denominado “World Trade Center”, um dos locais onde há nove anos tiveram lugar os atentados do 11 de Setembro.

Apesar da polémica, o presidente da câmara de Nova Iorque já garantiu que a obra é para ser feita.

Mas, a agravar esta controvérsia, estiveram as declarações do presidente americano, Barack Obama, que se mostrou favorável à construção da mesquita, por considerar que a América é um país livre e democrático e que, por isso, todas as religiões têm o direito a coexistir livremente.

Contudo, nem todos os americanos têm a mesma opinião, pelo que os mais críticos já acusam Obama de ser muçulmano, em vez de católico como afirma ser.

Polémicas à parte, pensamos que esta celeuma não tem qualquer sentido nem razão de ser, porquanto, como o próprio presidente afirma, a América é um país livre e democrático.

Para além disso, “uma dúzia” de fanáticos abrutalhados e criminosos não representam os milhões de muçulmanos bons e sérios que estão espalhados pelos quatro cantos do mundo.

Quanto ao facto de Barack Obama ser ou não muçulmano, bom, isso é lá com ele.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 21.08.10 às 18:50link do post | adicionar aos favoritos

 

Os animais, tal como os Seres Humanos, têm as suas marcas distintivas que os diferenciam dos demais da sua espécie.

Neste caso, a simplicidade do animal choca com a beleza do ser vivo.

E, para além de amigas e úteis ao Homem, as ovelhas são animais que nos fazem recordar a nossa infância, a idade em que tudo é experiência e, ao mesmo tempo, tudo é inocência, simplicidade e beleza.

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 21.08.10 às 02:22link do post | adicionar aos favoritos

Baseado na ideia original de Alain Chabat, o Director e Realizador Thomas Balmes oferece-nos um documentário que promete ser um hino à alegria da nossa infância.

Intitulado “Babies”, o documentário mostra-nos, durante 80 minutos, a rotina do primeiro ano de vida de quatro bebés em diferentes locais do mundo: Mongólia (Bebé Bayar), Japão (Bebé Mari), Namíbia (Bebé Ponijao) e São Francisco (Bebé Hattie).

Thomas Balmes, observou silenciosamente e gravou as actividades destes quatro bebés, conseguindo retratar exemplarmente as diferenças culturais e o ambiente onde cada um deles começou a dar os primeiros passos.

Trata-se de um documentário onde os protagonistas são apenas os quatro bebés, sem qualquer narração e onde o que nos espera é somente ficarmos rendidos à beleza das imagens e, sobretudo, da história que nos é mostrada e contada.

Para quem ainda não teve oportunidade de assistir ao documentário, vale a pena dar uma espreitadela ao excerto da apresentação:

   


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 20.08.10 às 19:22link do post | adicionar aos favoritos

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 20.08.10 às 17:35link do post | adicionar aos favoritos

 

A propósito das eleições presidenciais do próximo ano, o Presidente da República, Cavaco Silva, confrontou o país com mais um dos seus habituais tabus – desta vez, o que soçobrou no ar foi a questão de saber se o Presidente vai ou não apresentar a sua recandidatura a Belém.

Ao seu estilo desajeitado de sempre, Cavaco Silva lá foi dizendo que iria primeiro consultar os “calendários pré-eleitorais” dos seus antecessores (para ver qual tinha sido o momento em que oficializaram as suas recandidaturas) e auscultar a opinião da família.

Estas “escapadinhas” aconteceram quando era primeiro-ministro, e acontecem agora enquanto Presidente da República.

Só que, o que temos vindo a assistir é que quando a situação política do país exige a sua posição ou opinião frontal e inequívoca, Cavaco Silva fecha-se numa redoma de vidro e para lá hiberna até que se predisponha a falar… quando se predispõe a falar.

O que legitimamente se pode perguntar é se esta hibernação é pura estratégia ou se é muito mais do que isso, assumindo antes uma clara e preocupante falta de capacidade argumentativa ou simplesmente de falta de opinião.

Para alguém limitado nas ideias, é muito mais fácil e cómodo esconder-se atrás de um vago “não posso nem devo comentar” ou “não é o local ou o momento mais oportuno”.

Mas, a história tem-nos revelado que Cavaco Silva não tem sido coerente nos seus silêncios.

Ainda a propósito dos recentes episódios lastimáveis e degradantes em torno da justiça e dos poderes do procurador-geral da República Pinto Monteiro, Cavaco Silva, instigado pelos jornalistas a emitir uma opinião sobre o que pensava de tudo isto, limitou-se a dizer que não compete ao Presidente da República pronunciar-se sobre estas matérias.

Ora, sabendo-se que o Presidente da República tem, por exemplo e por diversas vezes, emitido opinião relativamente à situação económico-financeira do país, chegando ao ponto de receber em Belém um grupo de ex-ministros das Finanças para conversarem sobre o assunto, não se compreende então que Cavaco Silva não diga ao país o que pensa sobre os recentes casos que envolvem a justiça portuguesa.

Nem se venha com o argumento de que o poder judicial, sendo um Órgão de Soberania e, por isso, independente e autónomo, está imune aos comentários do Presidente da República.

Por esta ordem de ideias, o Governo também é um Órgão de Soberania, e nem por isso Cavaco Silva se tem escusado a dirigir-lhe recados e indirectas, aliás, diga-se em abono da verdade, algumas vezes legítimas e perfeitamente enquadráveis nos poderes que a Constituição lhe confere.

Para além disso, os seus discursos oficiais, mormente no 5 de Outubro, no 25 de Abril e no 10 de Junho, são autênticos recados e avisos à navegação, uma espécie de orientações à acção governativa que quer impor ou fazer crer que são a melhor alternativa ao rumo que o país tem levado.

A aposta no turismo, nos recursos do mar e nas tecnologias são temas centrais que fazem parte dos seus discursos oficiais, constituindo, assim, exemplos bastantes de que o presidente quando quer fala e imiscui-se em ceara alheia.

Isto não quer dizer, contudo, que o Presidente da República, qualquer que ele seja, se limite a ser uma caixa de ressonância do governo ou um órgão acéfalo, sem opinião e mero espectador passivo das realidades e das políticas do seu país.

Pelo contrário, ele deve ser, por exemplo, o árbitro e o moderador da vida democrática, um espectador atento da vida política, económica, social e cultural do país, um conciliador, um cooperante não só com o Governo, mas também com a Assembleia da República e, por que não, com os Tribunais, e o garante do regular funcionamento das instituições democráticas.

E é precisamente neste ponto que a “porca torce o rabo” (perdoe-se-nos a expressão), ou seja, não compreendemos a posição dúbia que o presidente assume nas várias intervenções públicas que tem fazendo, falando em determinadas circunstâncias e calando-se noutras, porventura quando a actualidade ou os assuntos não lhe estão de feição.

Não pode pois haver dois pesos e duas medidas, e nesta questão que envolve o funcionamento e a credibilidade da justiça no seu conjunto o Presidente da República deveria ter explicado aos portugueses o que pensa de tudo isto, já que, em última instância, o que está em causa é o regular funcionamento das instituições democráticas, as mesmíssimas que a Constituição da República Portuguesa lhe confere o direito e o dever de velar. 

Só assim se compreende que o Alto Cargo que desempenha e as suas funções não possam ficar reféns da sua vontade ambígua e oscilante, nem de uma errante ou conveniente interpretação dos poderes presidenciais.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 20.08.10 às 00:17link do post | adicionar aos favoritos

Num estudo realizado pela revista norte-americana “Newsweek” e agora divulgado, Portugal é o 27º melhor país do mundo para se viver.

Foram analisadas cinco grandes áreas de um conjunto de 100 países, desde a Educação e a Saúde, passando pela Qualidade de Vida e pelo Dinamismo Económico, até ao Ambiente Político.

O pódio é partilhado pela Finlândia, em primeiro lugar, depois a Suiça, em segundo lugar, e a Suécia, em terceiro lugar.

Portugal obtém uma pontuação final de 76,29 pontos, contra os 89,40 pontos da Finlândia, sendo que na área da Educação ocupa o 37º lugar, na Saúde o 23º, na Qualidade de vida o 27º, no Dinamismo Económico o 42º e no Ambiente Político o 23º lugar.

Já a Finlândia, nas mesmas áreas, ocupa, respectivamente, o 1º, 17º, 4º, 8º e 5º lugares.

Por seu lado, o Japão é o 9º melhor país para se viver, os Estados Unidos o 11º, a Alemanha o 12º, o Reino Unido o 14º, a França o 16º, a Espanha o 21º e o Brasil o 48º.

Curiosamente, a Grécia ocupa o 26º lugar, uma posição acima de Portugal.

O pior país para se viver, segundo a “Newsweek”, é o Burkina Faso, que alcança apenas 33,59 pontos e ocupa na Educação o 100º lugar, na Saúde o 96º, na Qualidade de Vida o 100º, no Dinamismo Económico o 86º e no Ambiente Político o 79º lugar.

Vale a pena dar uma vista de olhos a este estudo.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 19.08.10 às 23:58link do post | adicionar aos favoritos

 

Carlos Queiroz, em entrevista ao jornal “Expresso”, acusou Amândio de Carvalho, vice-presidente administrativo da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), de ser a “cabeça do polvo” que o quer pôr a andar do cargo de Seleccionador Nacional.

Não é novidade nenhuma o facto de Amândio de Carvalho não nutrir qualquer simpatia por Carlos Queiroz.

Detentor da pasta das “Selecções”, o vice-presidente da FPF chegou mesmo a dizer que, enquanto o Seleccionador Nacional se mantivesse no cargo, ele não acompanharia a equipa principal nas suas deslocações.

Certo é que Amândio de Carvalho está já há cerca de 18 anos na FPF, numa primeira fase de 1983 a 1989, e numa segunda fase de 1998 até ao presente, o que, do nosso ponto de vista, já começa a ser muito tempo, podendo indiciar que Carlos Queiroz está na senda da verdade.

Para além disso, não compreendemos as razões de tão longa permanência de Amândio de Carvalho na FPF, sendo certo que, quanto maior for essa permanência, maiores serão os “vícios”, os “enquistamentos” e a probabilidade de “influenciar” e de ser “influenciado”.

As palavras de Queiroz foram, no entanto, extemporâneas e cheiraram mais a uma retaliação, uma vez que falou como se já tivesse abandonado o cargo de Seleccionador Nacional.

Aliás, tal façanha valeu-lhe mais um processo disciplinar, depois de ser “exemplarmente” punido com um mês de suspensão e uma multa de 1.000,00 Euros no caso “anti-dopagem”.

O ridículo das penas vem acrescer à suspeição que lançou sobre Amândio de Carvalho.

Resta saber se este último, para além da cabeça, não é também o corpo, as pernas e os braços do alegado polvo.

Uma coisa é, porém, certa: não é o polvo Paul – esse é adivinho e terá concerteza menos contas a dar à justiça, qualquer que ela seja.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 18.08.10 às 00:47link do post | adicionar aos favoritos
"Na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma" - Antoine Lavoisier

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 17.08.10 às 21:32link do post | adicionar aos favoritos

 

A Casa Branca anunciou que o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai participar na próxima Cimeira da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que irá decorrer em Lisboa nos próximos dias 19 e 20 de Novembro.

Segundo a mesma fonte, o Presidente Obama vai juntar-se aos líderes da União Europeia – o presidente da União, Herman Van Rompuy, e o presidente da Comissão, Durão Barroso – em Lisboa, a 20 de Novembro.

Da agenda desta Cimeira de Lisboa, que reúne os Chefes de Estado e de Governo da NATO, irão constar temas relacionados com a crise financeira internacional, com a política externa e de segurança.

À reunião dos chefes de diplomacia da Aliança Atlântica junta-se agora o presidente norte-americano, naquela que será a sua primeira deslocação ao nosso país.

Pela nossa parte, desejamos que os trabalhos da Cimeira sejam profícuos e que Portugal, mais uma vez, saia bem na fotografia.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 17.08.10 às 14:45link do post | adicionar aos favoritos

Fernando de Noronha é sinónimo de praias paradisíacas e tranquilas, mas também de turismo eco-responsável, em respeito às obras-primas da Natureza.

Pintado a azul e verde, o arquipélago Fernando de Noronha é, por isso, um dos lugares mais deslumbrantes do mundo. E um dos mais cobiçados.

Composto por 21 ilhas ao largo do estado de Pernambuco, a cerca de 345 km da costa, é um autêntico cartão-postal do Brasil, com areais alvos e delicados, preserva com sabedoria a natureza intocada, sendo um destino de eleição de ecoturistas.

Património Mundial da Humanidade desde 2002, é um local repleto de flora e fauna riquíssimas e paisagens que não encontrará em lugar algum do Brasil.

Fernando de Noronha tem excelentes acessos aéreos com voos regulares a partir de pontos estratégicos como Recife e Natal.

Tenha uma Boa Viagem.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 17.08.10 às 02:19link do post | adicionar aos favoritos
 
Para quem estará Mário Soares a fazer caretas? Será para Manuel Alegre?
 
 
Pelos vistos é para Paulo Portas.

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 17.08.10 às 01:45link do post | adicionar aos favoritos

 

Na sua edição de 11 de Junho de 1967, o “Notícias de Ourém” noticiava e publicava na sua primeira página, sob o título “Cândido Afonso Machado Costa”, o texto que passamos a reproduzir na íntegra:

 

“A morte, na sua implacável e tenebrosa tarefa, acaba de levar-nos um dos homens que mais têm amado esta nossa terra. Não era ouriense pelo nascimento mas sim transmontano de boa raiz, e até nós veio, homem feito, depois de galhardamente ter ocupado o seu posto de oficial miliciano na terra fria da Flandres, quando da primeira Grande Guerra.

Até nós veio então e aqui se radicou, desde novo portanto, primeiro como funcionário das Finanças e depois da Justiça em que permaneceu até se aposentar, com dois curtos interregnos de serviço fora da nossa Comarca, um em Soure e outro, no final da carreira, em Lisboa.

A sua vida, portanto, decorreu praticamente toda em Ourém, onde constituiu um lar perfeito – e de tal modo que, na falta de filhos, o repartiu, generoso e feliz, por aqueles que o não possuíam.

Convictamente afirmamos que não sabemos de homem algum que melhor se identificasse com a bondade, a tolerância, a paciência, e que maior dignidade e correcção pusesse em todos os seus actos. Por isso, ser companheiro do Cândido Machado era título honorífico que todos disputavam e que ele magnífica e prodigamente repartia.

Ourém deve-lhe bastante, pois nunca a sua bolsa, a sua presença e o bom senso se recusavam a colaborar em iniciativas locais tendentes ao seu progresso. A fundação da Banda de Vila Nova de Ourém, a instalação do Cinema sonoro e outros melhoramentos onerosos tiveram o seu contributo largo. De todas as instituições da Vila fez parte como dirigente, e onde geralmente era chamado em situações difíceis, que requeriam por isso a sua ponderação e bom conselho. Pertenceu à mesa administrativa do Hospital que fundou o Asilo e que promoveu a construção do actual edifício da Casa da Criança.

Por fim e apenas no propósito de bem servir Ourém, desempenhou, com inalterável dignidade e modéstia, as elevadas funções de vice-presidente do Município Ouriense, cargo que deixou ainda há pouco tempo por motivos da sua já então abalada saúde.

O funeral constituiu uma sentida manifestação de pesar, tendo sido rezada missa de corpo presente na Igreja Matriz desta Vila. Nele se incorporou a Câmara Municipal, cujo Presidente também representava o Sr. Governador Civil de Santarém.

O féretro foi transportado numa viatura dos Bombeiros Voluntários de cujos corpos directivos o extinto tem feito parte.

Nos Paços do Concelho esteve hasteada a meia adriça, durante três dias, a Bandeira do Município.

O sr. Cândido Afonso Machado e Costa deixa viúva a srª D. Maria Isabel de Barros e Sá Pereira Machado. Nasceu em Cerva, concelho de Ribeira de Pena, distrito de Vila Real, em 7 de Agosto de 1890, e era filho da srª D. Ana Teresa Bernardes Machado e Costa e do sr. Alfredo Afonso Machado que chefiou a Repartição de Finanças deste concelho, e irmão da srª D. Luísa Machado e Costa, casada com o sr. Jerónimo Machado, ausente nos Estados Unidos da América e tio da srª D. Maria José Machado e Costa Pereira, casada com o sr. Sérgio Augusto Alves Pereira, ausente em Luanda.

À família enlutada e especialmente à Exma. srª D. Maria Isabel, que durante a longa doença de seu saudoso marido e até aos últimos momentos foi enfermeira extremosíssima, apresenta o «Notícias de Ourém» as suas muito sentidas condolências”.

 

Pensamos que o texto dispensa comentários.

Apenas três se nos oferecem dizer agora:

1º O que fez Melvin Jones por Ourém para merecer o seu nome numa rua?

2º A Câmara de Ourém o que está à espera para homenagear condignamente Cândido Afonso Machado e Costa?

3º A Câmara de Ourém é burra, estúpida, ingrata e sem memória, ou as quatro coisas juntas?


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 17.08.10 às 00:29link do post | adicionar aos favoritos

 

Em conferência de imprensa promovida pelo executivo camarário no passado dia 29 de Junho, com o objectivo de esclarecer cabal e definitivamente o custo das Festas da Cidade, o presidente da Câmara Municipal de Ourém, Paulo Fonseca, instigado pelos jornalistas a divulgar os nomes dos patrocinadores e as respectivas quantias que cada um deles suportou, esclareceu que “isso será público já que a Comissão encarregue de organizar as festas da cidade irá apresentar um relatório detalhado sobre as mesmas, ficando para já apenas os valores globais” (in Notícias de Ourém, edição de 2 de Julho, página 9).

Salvo erro ou omissão, estamos em crer que o propalado relatório ainda não foi tornado público, e já passaram cerca de dois meses sobre o fim das festas.

Com efeito, julgamos que é de extrema importância perceber como foi possível a Câmara levar a cabo um programa das Festas da Cidade tão arrojado como aquele a que assistimos, sobretudo numa altura em que a situação económico-financeira nacional não era (é) favorável e conhecido que era o enorme buraco financeiro da Câmara, herdado do executivo anterior.

Para além da “Sagres”, é bom que se conheçam os outros patrocinadores e que parte dos custos cada um suportou, para que todo o processo seja perceptível e transparente… e para que não subsistam quaisquer dúvidas quanto à idoneidade dos “benfeitores” e da bondade das suas acções altruístas e beneméritas.

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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 16.08.10 às 21:36link do post | adicionar aos favoritos

"Sei que pareço um ladrão,

Mas há muitos que eu conheço,

Que sem parecer o que são,

São aquilo que eu pareço".


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 16.08.10 às 17:44link do post | adicionar aos favoritos

 

O Eurostat (Gabinete de Estatísticas da União Europeia) divulgou sexta-feira passada os números do 2º trimestre deste ano relativos ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos países da Zona Euro e do conjunto da União Europeia.

Segundo aquele organismo, no 2º trimestre de 2010 a economia europeia cresceu 1,0% em relação ao 1º trimestre deste ano, enquanto que, comparando com o mesmo período do ano anterior, ou seja, o 2º trimestre de 2009, o PIB da Europa cresceu 1,7%.

As mesmas taxas de crescimento verificam-se no núcleo dos dezasseis países que constituem a Zona Euro.

Quanto à performance individual dos vários países, há a registar no 2º trimestre de 2010, em relação ao 1º trimestre, as taxas de crescimento da Lituânia (2,9%), da Alemanha (2,2%), da Estónia (2,0%) e da Eslováquia e da Suécia (ambas com 1,2% de crescimento).

Já quando comparado com o trimestre homólogo de 2009, o 2º trimestre de 2010 revela taxas de crescimento do PIB ainda mais expressivas, de salientar os 4,9% da Eslováquia, os 3,7% da Alemanha, os 3,6% da Suécia e os 3,5% da Estónia.

No que se refere ao crescimento das economias portuguesa, italiana, francesa, espanhola, grega e inglesa, as taxas são as seguintes:

-Comparação com o trimestre anterior (1º trimestre de 2010):

Reino Unido (1,1%), França (0,6%), Itália (0,4%), Portugal e Espanha (0,2%) e Grécia (-1,5%).

-Comparação com o trimestre homólogo do ano anterior (2º trimestre de 2009):

França (1,7%), Reino Unido (1,6%), Portugal (1,4%), Itália (1,1%), Espanha (-0,2%) e Grécia (-3,5%).

Importa agora ver mais de perto o caso português.

Como vimos, os indicadores do Eurostat apontam para um crescimento da economia portuguesa no 2º trimestre deste ano de 0,2%.

A mesma fonte revela que o PIB português cresceu 0,2% no 3º trimestre de 2009, retraiu no último trimestre de 2009 (-0,1%) e cresceu 1,1% no 1º trimestre de 2010.

Constata-se, igualmente, que a nossa economia teve, no 3º trimestre de 2009, um crescimento negativo de 2,3% relativamente ao período homólogo de 2008, manteve essa tendência, embora menor, no 4º trimestre de 2009, ou seja, -1,0% do que em igual período de 2008, recuperou no 1º trimestre deste ano, com um crescimento de 1,8% em relação ao 1º trimestre de 2009 e, finalmente, apresenta um crescimento no 2º trimestre de 2010 de 1,4%, quando comparado com o mesmo trimestre de 2009.

Verifica-se, assim, um crescimento do nosso PIB há já dois trimestres consecutivos, embora essas taxas de crescimento ainda estejam aquém da média comunitária: em relação ao 2º trimestre do ano, Portugal tem uma taxa de 0,2% contra 1,0% de crescimento na média da União, enquanto que na comparação com o trimestre homólogo do ano anterior Portugal apresenta uma taxa de crescimento de 1,4% contra 1,7% da média comunitária.


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