Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 02.09.10 às 23:02link do post | adicionar aos favoritos

 

Pelo segundo ano consecutivo, o Jardim de Infância de Mata, que pertence ao Agrupamento de Escolas Cónego Dr. Manuel Lopes Perdigão (Caxarias), foi premiado com uma Menção Honrosa no valor de 1.000,00 Euros, pela sua participação na 8ª Edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”, com o projecto intitulado “Tudo em Movimento”.

Dos 395 projectos concorrentes a nível nacional, foram seleccionados na 1ª fase do concurso 237, dos quais apenas 33 foram premiados pelo Júri do concurso.

A cerimónia de entrega dos prémios aos vencedores decorreu no passado dia 30 de Junho, no Porto, e contou com a presença da Ministra da Educação, Isabel Alçada.

O Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola” é o maior prémio monetário atribuído em Portugal na área da Educação.

 

Agora que se inicia um novo ano lectivo, é bom recordar que no concelho de Ourém também se fazem bons projectos na área da educação, premiados a nível nacional, os quais, infelizmente, nem sempre têm a justa divulgação, quer nos órgãos institucionais, quer nos órgãos de informação locais e regionais, o que, a acontecer, seria um estímulo para a comunidade educativa em geral.

Pode consultar o site da Fundação Ilídio Pinho para mais informações sobre esta iniciativa.

Poderá ainda consultar o livro digital “As Artes da Física”, que é uma compilação dos projectos premiados na 8ª Edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 02.09.10 às 18:11link do post | adicionar aos favoritos

 

O presidente francês Nicolas Sarkozy prometeu aos franceses, à Europa e ao mundo que até ao final do mês passado repatriaria mais 1000 ciganos búlgaros e romenos para os seus territórios de origem.

Ao que tudo indica, parece que a promessa foi cumprida à risca.

Na origem de mais este repatriamento está o facto de que estes cidadãos estariam em situação ilegal em terras gaulesas, o que parece corresponder à verdade. Esta debandada geral provocou, à cabeça, um mal-estar no seio do próprio governo francês.

Face à polémica em torno da expulsão de ciganos do território, o Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner, ponderou mesmo apresentar a sua demissão, só não o fazendo por considerar que sair é desertar.

Todavia, é conhecido o passado de Kouchner e a sua participação activa em organizações de defesa dos direitos humanos, pelo que as críticas que lhe foram dirigidas subiram de tom e fizeram exaltar os ânimos.

Esta política discriminatória, particularmente em relação aos ciganos, motivou não só a reacção de governos, organizações de defesa dos direitos humanos e da sociedade civil, como também gerou reacções condenatórias ao mais alto nível, tendo, por exemplo, as Nações Unidas e o próprio Papa Bento XVI condenado veementemente esta política de Nicolas Sarkozy em matéria de segurança e emigração.

Não obstante, o Ministro dos Negócios Estrangeiros francês veio dizer que a França não tem nada de que se envergonhar.

Parece-nos que é precisamente o contrário: a França tem tudo para se envergonhar, já que, sendo historicamente um dos países da Europa com maiores tradições em matéria de imigração e um país tido como respeitador dos direitos humanos, essa atitude racista e xenófoba não deixa, como alguém já afirmou, de “constituir um descrédito irreparável para o prestígio da França no mundo”.

E é importante termos bem vivo na memória o que se passou durante o regime nazi e todos os acontecimentos trágicos de má memória que lhe estão historicamente associados, desde logo o extermínio de milhões de pessoas, sobretudo judeus, mas entre as quais também se contavam precisamente os ciganos.

Tudo isto pode-se traduzir num imenso rastilho de pólvora para a Europa, já de si fragilizada pela periclitante situação económica e financeira que tem experimentado nos últimos anos, o que gera descontentamento e inquietação social.

A acrescer a tudo isto, existe já o contágio destas políticas xenófobas e destes fenómenos retrógrados a países como a Itália, os países de Leste ou até a própria Alemanha. E não se sabe quem mais se seguirá por arrastamento…

Assim sendo, esta política intolerável de Nicolas Sarkozy poderá aproveitar às direitas radicais e extremistas da Europa, mas será de longe um retrocesso para a imagem e credibilidade do Velho Continente no mundo.

Oxalá os políticos franceses não se venham a arrepender de mais esta argolada, e do mal irreparável que possam vir a impor a uma Europa que se quer tolerante, humanista e defensora dos direitos humanos.

Afinal, quem dizia que Nicolas Sarkozy, no quadro da União Europeia e em matéria de direitos humanos, estava a seguir por caminhos ínvios, não se enganou absolutamente nada.


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