Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 03.10.10 às 15:23link do post | adicionar aos favoritos
 

É simplesmente chocante vermos que os vencimentos milionários anuais de apenas vinte gestores públicos seriam suficientes para pagar o ordenado a quase 60.000 funcionários públicos.

Algo não bate certo neste país. Numa altura em que já se questiona o aumento do salário mínimo para 500,00 euros no próximo ano, numa altura em que a maioria dos portugueses tem sido obrigatoriamente convocada a contribuir com os seus já parcos recursos para a redução do défice, numa altura em que a carga fiscal sobre os contribuintes aumenta de quatro em quatro meses, numa altura em que se continuam a exigir a todos nós sacrifícios herculeanos na ajuda económica ao país, numa altura em que as teias de interesses que envolvem o poder político, o poder económico e a banca se tornam cada vez mais conhecidas e evidentes, numa altura em que ouvimos o ministro das finanças afirmar descaradamente que já não é possível cortar mais na despesa do Estado, eis-nos que somos confrontados com uma factura pública anual de quase 53 milhões de euros para pagar a esta casta elitista que parece viver num qualquer oásis à beira-mar plantado, alheia às dificuldades e aos sacrifícios que todos sentem no seu dia-a-dia.

Após o anúncio, pelo governo, da criação de um novo imposto sobre a banca, é lamentável ouvirmos os banqueiros palrar em uníssono que esses novos custos terão que ser reflectidos nas facturas dos seus clientes. E, neste ponto particular, é revoltante ouvirmos o presidente da Caixa Geral de Depósitos, Faria de Oliveira, presidente do banco do Estado, confirmar essa necessidade de imputar os custos do novo imposto aos clientes do seu banco, a Caixa, esse mesmo senhor obtuso que mete ao bolso todos os meses 371.000,00 euros.

Será que o país gera riqueza suficiente para pagar estes ordenados milionários? Será que a função de Presidente da República é uma mera figura decorativa da ordem constitucional portuguesa?

Então não é verdade que as empresas públicas REFER, Metro de Lisboa e Porto, CP, citando apenas estes exemplos, não são aquelas que aparecem sempre nos rankings das que dão prejuízos? Se os seus resultados financeiros são sempre negativos, paga-se aos seus administradores uma média de 70.000,00 euros por mês?

Será que o Sr. Belmiro de Azevedo continuaria a pagar a um administrador de uma empresa do seu grupo que apresentasse, ano após ano, resultados negativos?

Não, definitivamente algo vai mal neste país. Há qualquer coisa que não bate certo.

No 25 de Abril de 1974 as coisas correram bem e até se usaram cravos. A mesma certeza não temos quando chegar a próxima Revolução…


comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 03.10.10 às 05:50link do post | adicionar aos favoritos

 

 

comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 03.10.10 às 04:33link do post | adicionar aos favoritos

 

Paulo Fonseca, presidente da Câmara Municipal de Ourém, foi há umas semanas atrás acusado de lhe ter saltado a tampa em plena reunião da Assembleia Municipal por, alegadamente, ter sido interpelado com desonestidade intelectual pelo líder da bancada social-democrata, João Moura, que acusou a gestão socialista de só andar a fazer trapalhadas, facto que fez com que o presidente perdesse a compostura, baixasse o nível da contra-ofensiva e acusasse o seu adversário político de mentir descaradamente, numa simbiose mútua de despautérios inusitados e muito pouco ortodoxos e democráticos.

João Moura afirmou que o executivo socialista estaria agora na sua terceira fase, a da “trapalhada”, sendo que a primeira foi a do “estado de graça” e a segunda a do “vazio de ideias e de conteúdos”.

Como quem não se sente não é filho de boa gente, Paulo Fonseca foi obrigado a apelar à honradez política, mas deixando nas entrelinhas que João Moura era um mentiroso.

Por seu lado, João Moura, em defesa da honra, lá foi dizendo que se sentia ofendido e que a expressão mentir é demasiado forte.

A avaliar pelo filme, não nos restam dúvidas de que as reuniões da Assembleia Municipal são tudo menos monótonas, para além de que se estão a tornar muito exóticas.

Vai daí, surgiram logo vozes críticas que compararam a postura do presidente à do seu antecessor David Catarino, uma espécie de clonagem perfeita no que aos modos austeros, à arrogância e ao descontrolo das palavras no exercício do poder diz respeito.

Sem prejuízo do texto que já publicámos aqui sobre este assunto, interrogamo-nos se não haverá nesta história toda alguma ponta de verdade, até porque olhando para a foto abaixo, há qualquer coisa, que não sabemos bem o que é, mas que não bate certo…

 


comentar
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 03.10.10 às 00:17link do post | adicionar aos favoritos
 

Na passagem das tuas setenta e quatro primaveras, vimos por este meio desejar-te muitas felicidades e muitos anos de vida. Que o exemplo de bondade e companheirismo, compreensão e amizade com que nos tens brindado ao longo destes anos todos, se venham a reflectir no teu dia-a-dia e no futuro que, desejamos, seja duradouro junto de nós.

Um beijo de Muitos Parabéns, Boa Saúde e Prosperidade.

 

Até logo!

tags:

mais sobre mim
Outubro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

16

17
18

24
28



links
pesquisar
 
subscrever feeds
Contador
free counters
Blog iNovOurém no Facebook
Google Translate
TWITTER
Followers
blogs SAPO