Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 05.08.10 às 10:10link do post | adicionar aos favoritos

 

O Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, disse esta semana, em entrevista ao “Diário de Notícias”, que os seus poderes assemelhavam-se aos da Rainha de Inglaterra.

Por nós, achamos que há, pelo menos, mais duas semelhanças entre o nosso chefe máximo do Ministério Público e a Monarca Inglesa.

Desde logo, o chapéu.

No entanto, o chapéu da rainha tem griffe e fica-lhe muito bem, ao passo que o do procurador é simplório e torna-o ainda mais parolo.

Depois, a presença nos cargos.

Se a rainha se tem revelado ao longo do tempo uma conservadora por natureza, com sentimentos gélidos e snob em excesso, e, por isso, já há muito deveria ter passado o testemunho, pelo lado de Pinto Monteiro as coisas não são muito diferentes, tendo o mesmo se revelado um provinciano e um inábil no exercício do cargo, metendo os pés pelas mãos, dando tiros nos pés e, por isso, igualmente dispensável.

Era um favor que fazia a si próprio, ao país e à credibilidade da justiça.

A não ser que uma figura balofa como esta, e no cargo que ocupa, seja conveniente e aproveite a alguém…


J.Atónito a 5 de Agosto de 2010 às 11:01
Com a Justiça que temos, e com os imperadores que de lá mandam flechas e escondem a mão, não pode haver ninguém mais provinciano, incompetente, desrespeitador dos direitos dos cidadãos e antidemocrático do que os intervenientes na aplicação da justiça em Portugal. Aliás esses de tão mesquinhos até se podem apelidar de selvagens. E aí sim, até poderiam usar um chapéu com penas e tudo como a rainha Isabel II. Incompetentes que depois de não poderem incriminar ninguém, mandam o nome das pessoas para a lama para que gente que disso gosta possa chafurdar na lama à vontade. Sujem bem as mãos e bom proveito. Os Portugueses sabem muito bem os "tipos" que sustentam , só que estes são verdadeiros imperadores e não podem ser corridos com eleições, tal como a rainha de Inglaterra. É pena, mesmo pena!...Só com uma revoluçãozita sem cravos...

irritado a 6 de Agosto de 2010 às 10:39
O post, que se pretende com graça, está totalmente errado, pelo menos no que respeita à Rainha. A rainha está no cargo por vontade do seu povo, coisa que não acontace como o PGR. A Rainha está lá a contento de uma dúzia de países que a têm como chefe de estado e de mais de 50 que a têm como Head da Comonwealth. A Rainha tem os poderes que tem (que não são poucos, ao contrário do que por aí se diz) e não se queixa. A Rainha não "entrega o testemunho" porque ninguém quer que o faça. Tudo ao contrário do PGR. A Rainha não é provinciana, nem inhabil no desempenho do cargo, nunca meteu os pés pelas mãos, nem deu tiros noa pés. Quanto a ser "dispensável" pergunte-se aos ingleses.
Em resumo, o PGR é uma besta que se atreve a fazer humor idiota com a chefe de estado de países amigos, que tem a mais estrita obrigação institucional de respeitar.
Se este país existisse, esta comparação já tinha custado o lugar ao Monteiro e já tinha havido um pedido formal de desculpas a Sua Majestade Britânica.
Mas não só não há nada disto como há um fulano, em Ourém, que tem o mau gostode comparar dignidade com indignidade, competência com incompetência, majestade com trampa.

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