Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 05.08.10 às 10:10link do post | adicionar aos favoritos

 

O Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, disse esta semana, em entrevista ao “Diário de Notícias”, que os seus poderes assemelhavam-se aos da Rainha de Inglaterra.

Por nós, achamos que há, pelo menos, mais duas semelhanças entre o nosso chefe máximo do Ministério Público e a Monarca Inglesa.

Desde logo, o chapéu.

No entanto, o chapéu da rainha tem griffe e fica-lhe muito bem, ao passo que o do procurador é simplório e torna-o ainda mais parolo.

Depois, a presença nos cargos.

Se a rainha se tem revelado ao longo do tempo uma conservadora por natureza, com sentimentos gélidos e snob em excesso, e, por isso, já há muito deveria ter passado o testemunho, pelo lado de Pinto Monteiro as coisas não são muito diferentes, tendo o mesmo se revelado um provinciano e um inábil no exercício do cargo, metendo os pés pelas mãos, dando tiros nos pés e, por isso, igualmente dispensável.

Era um favor que fazia a si próprio, ao país e à credibilidade da justiça.

A não ser que uma figura balofa como esta, e no cargo que ocupa, seja conveniente e aproveite a alguém…


Rego da Silva a 5 de Agosto de 2010 às 13:05
Qualquer quadro (médio ou superior) de qualquer empresa que tivesse apresentado um relatório como o que dois procuradores apresentaram sobre o caso Freeport, era despedido na hora.
Estes dois não se importam de passar por incompetentes desde que com isso desacreditem a instituição que deveriam servir.
Acho muito bem que os procuradores tenham autonomia total no modo com conduzem os processos que lhes são atribuídos.
O que já não aceito é que não tenham que dar contas dos seus trabalho.
Quem ao fim de um processo que dura seis anos alega que não teve tempo para inquirições, mais não está do que lançar suspeitas de factos que não soube provar.
Isto pura perversidade.
O problema não está no PGR está no uso, ou abuso, que os procuradores fazem dos direitos que têm.
Quem mostra não ter perfil devido á mesquinhez, perversidade, imoralidade, falta de ética e desrespeito pela Justiça são estes dois procuradores.
Estes sim deviam se corridos do MP tal como deveriam ser dado ao PGR poderes para que casos deste tipo não se voltem a repetir

Desiludido a 6 de Agosto de 2010 às 11:40
Por favor não se engane... não misture aqueles que trabalharam e produziram "prova" o problema é que existem os Monteiros para desvirtuar essa mesma prova. Ah!!! não se esqueça das Cândidas que por aí andam... tão faladoras (agora) e que, pelo que se soube ontem, afinal receberam o pedido para audição do nosso tão querido e prestigiado Primeiro.
CEGOS são todos aqueles que não querem ver!

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