Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 05.08.10 às 10:10link do post | adicionar aos favoritos

 

O Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, disse esta semana, em entrevista ao “Diário de Notícias”, que os seus poderes assemelhavam-se aos da Rainha de Inglaterra.

Por nós, achamos que há, pelo menos, mais duas semelhanças entre o nosso chefe máximo do Ministério Público e a Monarca Inglesa.

Desde logo, o chapéu.

No entanto, o chapéu da rainha tem griffe e fica-lhe muito bem, ao passo que o do procurador é simplório e torna-o ainda mais parolo.

Depois, a presença nos cargos.

Se a rainha se tem revelado ao longo do tempo uma conservadora por natureza, com sentimentos gélidos e snob em excesso, e, por isso, já há muito deveria ter passado o testemunho, pelo lado de Pinto Monteiro as coisas não são muito diferentes, tendo o mesmo se revelado um provinciano e um inábil no exercício do cargo, metendo os pés pelas mãos, dando tiros nos pés e, por isso, igualmente dispensável.

Era um favor que fazia a si próprio, ao país e à credibilidade da justiça.

A não ser que uma figura balofa como esta, e no cargo que ocupa, seja conveniente e aproveite a alguém…


António Pestana a 5 de Agosto de 2010 às 11:54
O botabaixismo bacoco é uma forma que os pobres de espírito encontraram para masturbar o seu ego deplorável...

João Carlos Pereira e Friends a 6 de Agosto de 2010 às 15:58
Caro leitor,

Obrigado pelos seus comentários.
A reflexão é isto mesmo, expressarmos as nossas opiniões e pontos de vista.
E que tal haver um governo que reformulasse até à raiz e até às últimas consequências a educação deste país?
Achamos que tudo isto, todas estas trapalhadas são a consequência de um problema mais fundo e estruturante da sociedade portuguesa: o problema da educação.
Fruto de um péssimo sistema de ensino, temos vindo ao longo das últimas décadas a formar especialistas em quê?
Meninos que batem nos professores?
Gente corrupta e corruptível?
Cursos de lápis e papel que não se enquadram nas nossas reais necessidades?
Sindicatos (imprescindíveis, é certo), mas que estão sempre contra tudo e contra todos, funcionando as mais das vezes como "forças de bloqueio", como alguém já lhes chamou?
Claro que há sempre as excepções à regra e, essas, felizmente, pensamos que são a maioria.
Mas, no pós-25 de Abril o que fizemos pela educação deste país?
Nada ou quase nada...
É que uma reforma a sério da educação não se faz em 4, nem em 8, nem em 12 anos - dura décadas, e isso, não tem interessado aos sucessivos governos que fomos tendo entretanto.
Isso não dá votos, e os senhores que nos têm governado querem é conquistar e manter o poder a qualquer preço e a qualquer custo.
Querem lá saber em alterar o "status quo" - quanto menos se fizer, quanto menos ondas se criarem melhor.
Veja o que sucedeu quando o anterior governo quis avaliar o desempenho dos professores...
E onde está agora a avaliação dos docentes?
Mas alguém, de perfeita e sã consciência, pode pôr em causa que os professores sejam avaliados?
Em todas as profissões as pessoas são avaliadas... Todos nós, desde que nascemos estamos a ser avaliados: na escola, na universidade, quando tiramos a carta de condução, no emprego... e então os professores, são alguma corporação à parte?
Estimado leitor: se fôssemos governo, a pasta da educação seria a primeira a ser aberta, na medida em que "é de pequenino que se torce o pepino"!

Com respeito e amizade,

João Pereira e Friends

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