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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 05.08.10 às 10:10link do post | adicionar aos favoritos

 

O Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, disse esta semana, em entrevista ao “Diário de Notícias”, que os seus poderes assemelhavam-se aos da Rainha de Inglaterra.

Por nós, achamos que há, pelo menos, mais duas semelhanças entre o nosso chefe máximo do Ministério Público e a Monarca Inglesa.

Desde logo, o chapéu.

No entanto, o chapéu da rainha tem griffe e fica-lhe muito bem, ao passo que o do procurador é simplório e torna-o ainda mais parolo.

Depois, a presença nos cargos.

Se a rainha se tem revelado ao longo do tempo uma conservadora por natureza, com sentimentos gélidos e snob em excesso, e, por isso, já há muito deveria ter passado o testemunho, pelo lado de Pinto Monteiro as coisas não são muito diferentes, tendo o mesmo se revelado um provinciano e um inábil no exercício do cargo, metendo os pés pelas mãos, dando tiros nos pés e, por isso, igualmente dispensável.

Era um favor que fazia a si próprio, ao país e à credibilidade da justiça.

A não ser que uma figura balofa como esta, e no cargo que ocupa, seja conveniente e aproveite a alguém…


Telmo Tobias a 30 de Agosto de 2010 às 15:32
Caro Senhor, gostaria somente de o informar que, ao contrário do que refere, os manuais escolares não "mudam ao sabor dos interesses das editoras e das conveniências de um punhado de gente sem rosto". Os manuais escolares, sua adopção e demais normativos "mudam"de 6 em 6 anos , "ao sabo"r de uma Lei da Assembleia da República ( n.º47/2006, de 28 de Agosto). Por favor, informe-se antes de escrever asneiras.

João Carlos Pereira e Friends a 31 de Agosto de 2010 às 01:07
Estimado leitor,

Gostaríamos antes de mais de agradecer o seu comentário.
Não podemos, todavia, deixar de referir que é verdade o que afirma.
De facto, com a publicação e entrada em vigor da Lei nº 47/2006, de 28 de Agosto, o período de vigência dos manuais escolares, de acordo com o número 1 do artigo 4º da referida Lei, passou a ser, em regra, de seis anos.
Para além disso, já o Decreto-Lei nº 369/90, de 26 de Novembro, já falava num período de vigência dos manuais escolares de 3 e 4 anos, consoante o grau de ensino.
Ora, como pode constatar o estimado leitor, houve a preocupação, ao longo do tempo, de ir aumentando esse período de vigência, atenta uma justificada equidade social.
Quer isto dizer que o legislador foi sensível ao facto de ser escandaloso que os manuais escolares, durante anos, mudassem ao sabor dos interesses e das conveniências de um punhado de gente sem rosto.
Eu próprio, senti na pele essa injustiça e, embora tendo um irmão mais velho apenas três anos, não pude aproveitar nunca um único manual seu.
Foi ao sacríficio que muitas famílias fizeram durante anos, tendo de comprar novos manuais para os seus filhos mais novos a cada ano que passava, que o legislador foi sensível, e bem.
Como vê, estimado leitor, mesmo assim andou-se muito devagar no que à vigência dos manuais diz respeito.
Foram precisos cerca de 16 anos (1990-2006) para essa vigência passar de 3/4 anos para 6 anos!
Já imaginou quantas famílias foram penalizadas, se endividaram muitas vezes para conseguir adquirir os manuais para os seus filhos?
É neste sentido que surge o nosso comentário com o qual não concordou.
Apesar de tudo, desde 2006 até hoje passaram apenas 4 anos. Ou seja, a Lei nº 47/2006 só pecou por tardia.
Relativamente às "asneiras" de que fala, creia-nos estimado leitor que há por aí quem as cometa todos os dias.
Por nossa parte, não temos a pretensão de querer saber tudo, muito embora procuremos estar informados do que se passa à nossa volta.
Outros, porém, perdem muitas vezes uma boa oportunidade para estar calados... é que nunca se tem uma segunda oportunidade para causar uma primeira boa impressão.

Atentamente,

João Carlos Pereira e Friends

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