Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 23.08.10 às 20:45link do post | adicionar aos favoritos

 

A edição online do jornal “Correio da Manhã” avançava na semana passada com a notícia de que a Fundação Mário Soares recebeu no 1º semestre deste ano 150.000 euros em subsídios do Ministério dos Negócios Estrangeiros, por intermédio do IPAD (Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento).

E dava também conta que os subsídios concedidos, cuja listagem foi publicada em Diário da República, destinaram-se a suportar “o reforço da Política de Cooperação de Portugal com os países da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) no âmbito da memória histórica”.

Para além deste montante, a Fundação tem vindo a arrecadar outros subsídios que tiveram em vista a realização de estudos e projectos para o reforço da cooperação com os países lusófonos (negritos e sublinhados nossos).

 

É caso para perguntar:

-o que significa reforçar a política de cooperação de Portugal com os países da CPLP no âmbito da memória histórica?

-em que se traduzem esses estudos e projectos e quais os seus resultados e aplicabilidade prática?

Pensamos que são perguntas pertinentes, ou não estivesse em causa o dinheiro dos contribuintes – o nosso querido dinheirinho.

 

Nota: se algum dos leitores souber as respostas, não hesite em ajudar os autores do Blog a sair desta santa e humilde ignorância.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 13.08.10 às 00:48link do post | adicionar aos favoritos

 

Por nós, este seria o próximo Rei de Inglaterra, figura jovem e aberta ao mundo, uma chama de esperança e simplicidade. A Europa e o Mundo precisam de pessoas assim.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 13.08.10 às 00:33link do post | adicionar aos favoritos

 

Agosto é o mês de férias por excelência.

Para além dos que cá estão todo o ano, é em Julho e, sobretudo, em Agosto que chegam os nossos emigrantes, filhos e filhas da terra que, regressando às origens, fazem questão de visitar as famílias e os amigos ano após ano.

Ourém tem um concelho com muita emigração, fruto de tempos que outrora foram difíceis (e hoje, em certo sentido, não estamos melhor), sem perspectivas de futuro e amordaçado nas suas mais básicas liberdades.

Estes condicionalismos levaram a que muitos dos nossos conterrâneos tivessem que partir em busca de dias melhores e de um futuro mais promissor.

E por lá foram ficando, e por lá ficaram a trabalhar, e por lá constituíram família…

Mas, todos os anos a saudade fala mais alto, e as suas terras de origem são o seu destino.

Actualmente, já são as segundas e terceiras gerações dos “pais” emigrantes que constituem o grosso da “coluna” e, essas, apesar de nascidas nos países de acolhimento (França, Alemanha, Luxemburgo, Suiça…) e, certamente, por influência dos seus progenitores, não querem perder os laços fraternos e a ligação com a terra natal dos seus familiares.

Nasce, assim, um novo intercâmbio cultural, de valores e ensinamentos diferentes, uma nova perspectiva de encarar a vida e o mundo, que torna a sua permanência nestas paragens mais enriquecedora e matizada de múltiplas cores e saberes.

Mas, mais cedo do que se deseja, logo vem a hora do regresso.

A alegria da chegada e do reencontro dá lugar às lágrimas da despedida e da saudade.

Na bagagem levam a esperança de voltar, coisas boas cá da terra e pedaços de lembranças que a curta ou longa viagem de regresso logo se apressa a transformar em filme.

Um filme que se repete todos os anos, e que vale sempre a pena assistir.

 

PS: Ainda esta semana a Câmara Municipal de Ourém (CMO) promoveu um encontro com os emigrantes do nosso concelho, abrindo-lhes as portas dos Paços do Concelho e promovendo uma sessão de esclarecimento sobre o PDM.

Queremos felicitar, por isso, a CMO por esta iniciativa.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 11.08.10 às 19:43link do post | adicionar aos favoritos

Irá decorrer, no próximo dia 2 de Outubro, a "Maratona Fotográfica de Ourém".

Convidam-se, assim, todos os amigos, interessados e aficcionados pela fotografia a participar neste importante evento para o nosso concelho.

Para mais informações, veja aqui.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 10.08.10 às 13:44link do post | adicionar aos favoritos

Todos os anos sem excepção, de há muitos a esta parte, com a chegada do Verão começam a surgir, um pouco por todo o país, os incêndios.

Este ano, a 2ª quinzena de Julho marcou o início dos grandes incêndios, como se esta chaga, que não é um problema exclusivo do nosso país (veja-se o caso absolutamente catastrófico da Rússia), tivesse data marcada!

Até agora, segundo as autoridades, nomeadamente a Protecção Civil, já arderam em Portugal cerca de 20.000 hectares de floresta, para além de animais, habitações e outras instalações.

Há a somar a este número, a morte de dois bombeiros.

Para quem segue todos os anos este flagelo, não precisa de fazer nenhuma reflexão mais elaborada ou técnica sobre as verdadeiras causas destes incêndios para chegar à conclusão de que, todos os anos e de forma cíclica, são apontadas três grandes causas (mas, certamente não as únicas) para a ocorrência destes fenómenos: causas naturais, mão criminosa e ordenamento das nossas florestas.

Estamos em crer que a primeira causa apontada, a natural, representará uma pequena percentagem do todo, mas, não a excluímos, na medida em que parece-nos admissível que a conjugação de factores decisivos podem perfeitamente contribuir para a deflagração de um incêndio.

Quanto à segunda causa, as coisas já mudam de figura, pois do que se trata agora é da mão criminosa das pessoas que, ressalvados alguns casos de sucesso, ainda continuam a perpetrar impunemente estes crimes.

E incluímos aqui todas aquelas que de forma negligente contribuem para a deflagração de um incêndio, seja porque deitam cigarros para zonas que constituem autênticos barris de pólvora, seja porque teimam em continuar a fazer piqueniques nas matas e pinhais, ateando lume para assar o que quer que seja, seja ainda porque lançam foguetes ou outros engenhos da mesma natureza.

E todos os anos as campanhas de prevenção multiplicam-se, somos todos alertados para certos comportamentos de risco que são absolutamente proibidos, e todos os anos assistimos ao mesmo espectáculo horrível e penoso.

Há aqui muito a fazer no comportamento irresponsável e criminoso de muita gente, mas há também que persegui-los, levá-los a julgamento e fazê-los pagar efectivamente pelos crimes que cometem.

Enquanto assistirmos a criminosos incendiários serem detidos, levados a um juiz e a saírem na mesma hora com uma simples medida de coacção de TIR (Termo de Identidade e Residência), e que, depois, passado o calor do momento, nunca mais ouvimos falar deles e do que a Justiça lhes fez, essa justiça ligeira vai fazer com que os mesmos voltem a incendiar e motivem outros a seguirem-lhes as pisadas, muitas vezes a troco de uma cerveja.

Finalmente, a terceira causa, a do ordenamento da nossa floresta, também não é nova e terá certamente os seus responsáveis.

Como ainda hoje se dizia na televisão, como é possível haver hectares e hectares seguidos de plantação de pinheiro manso e eucalipto, por exemplo, sem que existam “cortes naturais” que criem obstáculos também naturais à propagação dos fogos, e que sirvam ao mesmo tempo de vias de acesso aos bombeiros para eventuais situações de incêndio?

Afinal, apesar de todos os anos assistirmos a um cortejo de discursos de pessoas bem falantes e eruditas, apesar de se fazerem imensos debates sobre toda esta problemática, o que foi feito em Portugal nestes últimos anos ao nível do ordenamento das nossas florestas? Qual a contribuição dos responsáveis políticos para a prevenção deste flagelo que são os incêndios?

É que não basta vir para a televisão dizer que todos os meios estão no terreno, que os bombeiros e todas as forças intervenientes fizeram tudo o que estava ao seu alcance para salvaguardar a integridade de pessoas e bens.

É preciso encontrar soluções para todas estas questões e, sobretudo, é preciso dizer aos portugueses o que foi e o que está a ser feito no que à prevenção, responsabilização das pessoas e ordenamento das florestas diz respeito.

Isto para evitar que no próximo ano ardam mais 20 ou 25 mil hectares, e no outro, e depois no outro, e ainda no outro… e andemos sempre a fazer o mesmo, como a lesma.

É caso para dizer que é preciso ter coragem e inteligência para cortar o mal pela raiz.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 07.08.10 às 19:05link do post | adicionar aos favoritos

 

A primeira-dama norte americana, Michelle Obama, como é do conhecimento geral, encontra-se em Marbella, sul de Espanha, a desfrutar de quatro dias de férias para descansar e relaxar.

Acompanhada da sua filha mais nova, Sasha, e de um staff de mais de setenta pessoas, constituído por amigos e elementos da segurança, julgamos que Michelle Obama vai ter umas curtas férias que serão tudo menos sossegadas.

E isto, apesar de a praia privada que serve o hotel onde está hospedada estar só por conta da comitiva presidencial e, por isso, com acesso vedado aos outros hóspedes.

Aproveitando ao máximo o tempo da sua efémera estadia em terras de nuestros hermanos, Michelle Obama já aproveitou para dar uns passeios pelo centro de Marbella, almoçar num restaurante perfeitamente banal e fazer umas compras, não só para Sasha, como também para si, cujas preferências recaíram sobre dois vestidos que, a avaliar pela loja em questão, certamente foram adquiridos por um bom preço.

Mais uma vez, Michelle Obama mostra ao mundo que o facto de ser esposa do homem teoricamente mais poderoso do planeta não a inibe de ser a pessoa simples que é, de trato fácil e que não tem qualquer pejo em comer à mão uma corriqueira fatia de pizza.

Não esqueçamos que Michelle Obama cresceu numa família, os Robinsons, da classe operária, num bairro da comunidade afro-americana situada no sul de Chicago.

Tendo-se formado em Princeton e Harvard, Michelle Robinson cruzou-se pela primeira vez com o actual presidente dos EUA num escritório de advogados em Chicago onde trabalhava e, curiosamente, a primeira impressão que teve de Barack Obama foi que ele era um homem muito convencido, muito vaidoso e presunçoso, para além de ter um nome deveras esquisito!

A sua simplicidade deriva, por certo, das suas raízes e do facto de ter sido sempre uma mulher lutadora, com os pés bem assentes na terra, uma espécie de âncora e a voz da razão do agora presidente norte-americano.

As suas mini férias na Europa acabam por trazer à luz do dia um pouco da personalidade de Michelle Obama, estabelecendo uma ponte entre a sua vida incógnita nos bairros afro-americanos de Chicago e as luzes da ribalta que a eleição do seu marido lhe proporcionou.

Até agora, e não apenas por ter criado uma horta na Casa Branca que faz questão de cuidar pessoalmente, Michelle Obama não tem decepcionado e tem estado à altura de todas as nossas expectativas.    


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 06.08.10 às 17:05link do post | adicionar aos favoritos

 

Já nos habituámos, infelizmente, a assistir pela televisão e pelos jornais a um espectáculo que tem tanto de surpreendente como de chocante.

Surpreendente, na medida em que ficamos prostrados ao ver polícias a serem presos por polícias, sob alegadas suspeitas de tráfico de droga, extorsão e cobranças ilícitas, corrupção e outras coisas tais, crimes de lesa-majestade que julgávamos só serem praticados pelo comum dos mortais! Santa ingenuidade a nossa! Ou talvez não…

Mas, também é chocante, porquanto tínhamos como certo que uma das funções principais das nossas polícias, seja da PSP, da GNR ou outras, é a manutenção da segurança e da ordem públicas.

Agora percebemos por que razão existem elementos das forças de segurança que têm verdadeiras moradias apalaçadas e luxuosas, com piscina e tudo, carros topo de gama à porta e na garagem, motas de água e férias no estrangeiro…

Pensávamos que tinham simplesmente arranjado um pé-de-meia, recebido uma herança ou acertado no euromilhões.

Agora, mais atentos, quando começamos a olhar para os ordenados dos polícias e para os sinais de riqueza que alguns apresentam, constatamos que, efectivamente, a “bota não bate com a perdigota”, sobretudo quando levamos em linha de conta que o nosso ordenado será certamente um pouco mais elevado do que o de muitos deles, sendo que a única semelhança que há, por exemplo, entre a nossa “piscina” e a destes polícias é que, a deles, está na rua e é azulinha e tudo, a nossa, está dentro de casa, mais concretamente na casa de banho e só dá para uma pessoa (com excepção dos momentos mais românticos em que, abrindo-se uma excepção, passa a dar para duas)!

Nosso Deus, estivemos este tempo todo enganados!

Afinal, parece que há mesmo alguma “bófia” trafulha e que merece ir imediatamente para a prisão, sem passar pela casa da partida.

E nós a pensar que o problema era só a “Super Bock” fresquinha…


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 05.08.10 às 23:23link do post | adicionar aos favoritos
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