Novo Blog para o Concelho de Ourém. Rumo à Excelência. Na senda da Inovação
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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 23.10.10 às 17:33link do post | adicionar aos favoritos

 

O “Jornal de Notícias” divulgou há algumas semanas um estudo que teve por objectivo definir o Ranking das Escolas Secundárias, o qual teve por base os “resultados da primeira fase de exames dos alunos internos do Ensino Secundário”.

Como critério base para a definição do Ranking, o “JN” definiu, num universo de 608 escolas, “a nota das oito disciplinas com o maior número de exames: Português, Biologia e Geologia, Matemática A, Física e Química A, Geografia A, História A, Economia A e Matemática Aplicada às Ciências Sociais”.

Ainda segundo o “JN”, a “classificação da escola é obtida a parir da média das notas de exame [Média CE] às oito disciplinas escolhidas, independentemente do número de alunos envolvidos”.

 

Dos resultados apurados, há a destacar o primeiro lugar alcançado pelo Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto, uma escola privada, com a Média CE de 14,98.

No TOP 10, apenas se encontra uma escola pública, localizada em Braga, o Conservatório de Música de Calouste Gulbenkian, que ocupa o 7º lugar com uma Média CE de 14,24.

No que respeita ao concelho de Ourém, destaca-se o Colégio São Miguel, uma escola privada, no 42º lugar e com uma Média CE de 12,41; a Escola Secundária de Ourém, pública, ocupa a posição número 198 com uma Média CE de 10,95; e, finalmente, o Centro de Estudos de Fátima – CEF, estabelecimento privado, não vai além da 224ª posição com uma Média CE de 10,85.


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 09.09.10 às 01:16link do post | adicionar aos favoritos

Balanced Scorecard - Resumo

 

Muitas vezes o insucesso de uma empresa está directamente relacionado com a deficiente implementação das estratégias.

Acontece que os nossos empresários definem, por vezes, as melhores estratégias para os seus negócios, mas elas não produzem os resultados esperados.

Tal sucede, porque os processos de implementação nem sempre são os melhores e os mais apropriados.

Se somarmos a isto a falta de qualificações, a impreparação ou, se quisermos, o desconhecimento que os quadros superiores das empresas e os seus dirigentes têm em matéria de gestão, temos alguns dos ingredientes principais para esse insucesso ou, se quisermos ir mais longe, para a falta de produtividade e competitividade com que estão confrontadas a generalidade das chamadas PME's em Portugal.

Robert Kaplan e David Norton, professores da Harvard Business School e estudiosos norte-americanos destas coisas da gestão, criaram uma ferramenta para auxiliar os gestores na definição e implementação das estratégias das suas empresas, a que deram o nome de Balanced Scorecard.

O documento acima é um resumo desta ferramenta de trabalho, que tem por objectivo ajudar a compreender este processo e a colocá-lo em prática.

Diz quem já o implementou, que os resultados foram surpreendentes, não só em termos de retorno dos lucros, como também, e sobretudo, em relação à satisfação dos clientes.

E claro que, como todos sabemos, clientes satisfeitos é sinónimo de mais vendas, e mais vendas significam melhores resultados económicos.

Se quiser aprofundar esta temática, basta pesquisar na net a palavra Balanced Scorecard e verá abrir-se-lhe um mundo de janelas de oportunidade. Já para não falar na imensa literatura que há a este respeito, não só em inglês, mas igualmente em português.

Nós começámos por aqui. Depois, foi só dar asas à curiosidade e à imaginação. 

 


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publicado por João Carlos Pereira e Friends, em 20.08.10 às 00:17link do post | adicionar aos favoritos

Num estudo realizado pela revista norte-americana “Newsweek” e agora divulgado, Portugal é o 27º melhor país do mundo para se viver.

Foram analisadas cinco grandes áreas de um conjunto de 100 países, desde a Educação e a Saúde, passando pela Qualidade de Vida e pelo Dinamismo Económico, até ao Ambiente Político.

O pódio é partilhado pela Finlândia, em primeiro lugar, depois a Suiça, em segundo lugar, e a Suécia, em terceiro lugar.

Portugal obtém uma pontuação final de 76,29 pontos, contra os 89,40 pontos da Finlândia, sendo que na área da Educação ocupa o 37º lugar, na Saúde o 23º, na Qualidade de vida o 27º, no Dinamismo Económico o 42º e no Ambiente Político o 23º lugar.

Já a Finlândia, nas mesmas áreas, ocupa, respectivamente, o 1º, 17º, 4º, 8º e 5º lugares.

Por seu lado, o Japão é o 9º melhor país para se viver, os Estados Unidos o 11º, a Alemanha o 12º, o Reino Unido o 14º, a França o 16º, a Espanha o 21º e o Brasil o 48º.

Curiosamente, a Grécia ocupa o 26º lugar, uma posição acima de Portugal.

O pior país para se viver, segundo a “Newsweek”, é o Burkina Faso, que alcança apenas 33,59 pontos e ocupa na Educação o 100º lugar, na Saúde o 96º, na Qualidade de Vida o 100º, no Dinamismo Económico o 86º e no Ambiente Político o 79º lugar.

Vale a pena dar uma vista de olhos a este estudo.


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